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Transformers: A Era da Extinção (2014)

 



 


 


Michael Bay regressa ao mundo dos Transformers depois de aventuras em 2007, 2009 e 2011. Pela primeira vez sem Shia LeBouef, herói das primeiras fitas, Bay encontrou novos motivos de interesse. Afinal, poucos como ele são mestres em filmes de ação. Armageddon, Bad Boys, O Rochedo ou A Ilha são da sua lavra, já para não falar em Pearl Harbour.


 


Na versão 2014 de Transformers, Cade Yager (Mark Wahlberg) é um inventor amador, daqueles que estão sempre em busca de uma ideia genial sem que ela surja, a braços com a indigência e com os problemas de ter uma filha adolescente e bonita, mesmo que responsável como Tessa (Nicola Peltz).


Numa das suas buscas por tralhas para arranjar, compra, por tuta e meia, um camião.


 


Dias depois de tê-lo no seu celeiro/oficina, descobre que a velharia é, afinal, Optimus Prime, líder dos Autobots, robots alienígenas responsáveis por salvarem o planeta Terra vezes sem conta.


 


Prime, está terrivelmente avariado e busca salvação da perseguição a que ele e o seu gangue sofrem às mãos dos humanos. É que, após a “batalha de Chicago” onde salvaram o Mundo, os humanos colocam em causa a sua utilidade e perseguem-nos, a todo o custo. É assim, na defesa do novo e improvável amigo que Cade se vê sem casa, com a vida ameaçada e com a descoberta de que a filha, quebrando promessas, tem, afinal, namorado.


 


Um piloto de carros irlandês, mais velho do que ela e que formará um estranho trio de heróis durante as mais de duas horas que a fita dura.


 


Por detrás da perseguição está o megalómano inventor Joshua (Stanley Tucci) que com os restos dos Autobots capturados descobre forma de recriá-los; o sombrio agente da CIA, Kelsey (Harold Attinger), ferido pelo pouco reconhecimento obtido por uma vida ao serviço dos EUA e xxx, uma espécie de caçador de prémios alien e robótico que quer levar Optimus Prime aos seus criadores (que estarão algures no Universo sem que saibamos quem são). Pelo meio, das experiências de Joshua, Megraton, eterno inimigo de Prime, renasce como Galvatron e promete no fim, regressar para o quinto filme.


Tantos inimigos criam, até, uma certa confusão, à medida que perseguem Prime e companhia.


 


A quem pertence aquele robot que dispara e ataca os nossos heróis? Nem sempre percebemos mas quase nunca isso interessa.


 


A Era da Extinção falha na narrativa de tentar encontrar um sentido para a vida em robots aliens e em colocar os “maus” como responsáveis pela extinção dos dinossauros mas, resulta espetacularmente na velha luta de bons contra maus, tendo pelo meio fantásticos efeitos especais e cenas de ação de cortar o folego. Junta-se a isto Walhberg a ser um bad boy com estilo, como sempre; uma cara laroca com a de Peltz e o enorme talento de Tucci e Attinger.


 


Não será muto profundo, mas que é divertido, é. Em Imax, ainda mais.


 


 

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25.06.14

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Season Finale


 


Chegou ontem ao fim a quarta temporada de A Guerra dos Tronos, a série de televisão mais vista da história da HBO e uma daquelas que ficará para a história como uma das melhores de sempre. Como seria de esperar, a morte povoou o último episódio e, como sempre, ficou-se com vontade de mais. Agora, teremos longos meses de espera.

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18.06.14

Maléfica (2014)



Angelina Jolie é Maléfica, a bruxa má que amaldiçoa Aurora, a Bela Adormecida. Nesta fita ficamos a saber que, afinal, Maléfica tem um bom fundo, que cresceu feliz e contente no mundo encantado de Moors e que foi o facto de um humano lhe ter roubado o coração e, mais tarde, as asas que a tornou numa figura má e sombria. Poucos anos depois de amaldiçoar Aurora, acaba por se "apaixonar" por ela e passa a ser uma espécie de sua protetora, tentando tudo para lhe salvar a vida. Com uma bela interpretação de Jolie (a cena em que se vê desasada é muito interessante) e efeitos visuais fantásticos, eis uma boa surpresa.

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10.06.14

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Gravidade (2013)



Um filme no qual a protagonista se perde no espaço, não promete grande ação. Nada mais enganador. Este fantástico Gravidade não para um segundo. E o melhor elogio a fazer é que sentimos o desespero e até a falta de ar de Sandra Bullock. Brilhante.

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09.06.14

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Mil e Uma Maneiras de Bater as Botas (2014)



Albert (Seth MacFarlane, autor de Family Guy e responsável por Ted) é um homem desiludido com a vida no Oeste Selvagem de 1882. Algo acobardado, tenta safar-se dos duelos em que se mete, com humor e muita conversa, o que lhe salva a vida mas não a honra, e faz com que a namorada Louise (Amanda Seyfried) o troque pelo próspero Foy (Neil Patrick Harris, responsável por um dos momentos altos do filme quando canta "If you only have a moustache").

Sem jeito para a sua profissão - criar ovelhas - sem coragem e sem namorada, decide mudar-se para San Francisco. A chegada da bonita e algo misteriosa Anna (Charlize Theron) faz com que fique mais algum tempo. Anna ensina Albert a disparar e, já agora, a ter algum amor próprio e nasce, pois claro, uma história de amor.

Pena é que Anna seja casada com Clich (Liam Neeson), o bandido mais perigoso do Oeste que, obviamente, não gosta da aproximação entre os dois e tenta matar Albert, que se vê em mais um duelo...

Com um humor muito escatológico e non-sense ao melhor jeito de Mel Brooks, os fans de MacFarlane não ficarão desiludidos. Para além dos já citados, o filme conta com a sempre única Sarah Silverman como prostituta que faz tudo com todos menos com o noivo Edward (Giovani Ribisi de Avatar, Ted, Força Anti-Crime e muitos mais) e com alguns divertidos cameos como os de Ewan McGregor, Ryan Reynolds ou Jamie Foxx.

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09.06.14

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Robocop (2014)



José Padilha, após Tropa de Elite, ganhou grande projeção e não admira que Hollywood o tenha escolhido para realizar um blockbuster. Robocop, versão 2014, troca Schwarzenegger por um apático Joel Kinnaman (quem?) e nada acrescenta à série que não o uso de mais e mais caros efeitos especiais.

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07.06.14

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GoT



Poucas séries terão a mesma capacidade de Game of Thrones de surpreender e de chocar. Violenta, a série tem, com frequência cenas e momentos que alteram tudo. Uma máxima parece ser determinante: ninguém está a salvo. Os heróis podem cair com tanta facilidade como os vilões e esse será um dos grandes encantos da série. Logo na primeira série, um dos lobos gigantes é morto para espanto de todos. Poucos episódios depois, é a vez de Ed Stark ser decapitado. Mas, o choque maior surgiu na terceira série com o célebre Casamento Sangrento no qual a mulher, filho e nora de Stark são assassinados. Já nesta quarta temporada, o temível Joffrey é envenenado. Mas, o choque maior veio ao nono episódio. Em Westeros, nada é garantido. Milhões e milhões de espetadores aguardam os próximos choques.

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06.06.14

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Noé


A Arca de Noé é uma das narrativas bíblicas mais poderosas ao colocar a falência da humanidade em palco. Com a carga dramática própria da mitologia judaica e bíblica, o mito de Noé tal como a Maça de Adão e Eva ilustra a queda da humanidade, o seu mal mais frágil. No presente caso há o confronto entre a humanidade com livre arbítrio e os animais que são todavia os inocentes. A humanidade que toma a Natureza por adquirido e sob a qual procura impor o seu controlo mas que se vê diante da tempestade incontrolável - a vingança da natureza contra a criatura predadora. 


Noé é, então, um filme forte, bem produzido e com intensidade dramática adequada à narrativa. Pelo viés positivo destaco a crueza dos fatores humanos - o confronto dos que buscam a salvação na arca (liberdade cinematográfica mas que cria enredo e realismo) e que são levados ao extremo de violarem e se alimentarem de bebés e mulheres e que trazem imbuída a noção de pecado e queda humana -, o chamado de Noé através de sonhos, o que torna verosímil, as rebeliões dos filhos, a presença de Tubalcaim na Arca - que permite expressar a ideia de tentação, e a solução de colocar os animais a dormir. Pelo viés negativo, a interpretação dos anjos caídos como gigantes de pedra é demasiado nórdico-europeu caindo num imaginário próximo ao explorado por Tolkien. 


Apesar das liberdades cinematográficas há uma interpretação de certas passagens da narrativa que apontam para um maior realismo dos dados e que vai ao encontro da clássica ideia de renovação, revitalização e ressignificação dos mitos. 


 

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03.06.14





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