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The Handmaid´s Tale

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Já tinha namorado o livro e já tinha ouvido falar (bem) da série mas o domínio de The Handmaid´s Tale na noite dos Emmys, despertou-me ainda mais a atenção. Comecemos pelo início. A História de uma Serva, de 1985, escrito por Margaret Atwood, descreve um mundo alternativo onde extremistas religiosos derrubaram o governo dos EUA e os transformaram em Gileade, um estado fundamentalista, no qual todas as mulheres férteis - Servas - são obrigadas a gerar filhos para a elite. Segundo a classe dominante, Deus castigou a Humanidade com infertilidade e o sexo é agora, uma cerimónia na qual a Serva é penetrada pelo seu senhor, enquanto é agarrada pela mulher deste. As Servas, formadas numa escola fundamentalista por uma sombria figura - Tia Lydia - têm direitos restritos e obrigações vastas.

No centro da história está uma Serva, Offred, que deve ter um filho do seu amo e manter uma vida recta, baseada nos ensinamentos bíblicos. Mas, as memórias da sua vida anterior continuam a ocupar-lhe a cabeça. Memórias da vida com o marido e a filha e tempos que parecem condenados a não mais voltar.  A adaptação para televisão conta com Elisabeth Moss (a valente e brilhante Peggy de Mad Men) como Defred e com Joseph Fiennes como seu amo. Outros como Yvonne Strahovski (Chuck) como a triste e vingativa mulher de Fiennes; Max Minghella (Ágora, Nos Idos de Março, A Rede Social ou Os Estagiários) como motorista ou as servas Alexis Bledel (Gilmore Girls) e Samira Wiley (Orange is the new Black) também estrelam a série.

 

 

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20.09.17

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Uma Coluna de Fogo

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Aos 68 anos, o galês Ken Follett não dá sinal de querer abrandar. Conhecido e lido em todo o mundo, muito graças ao romance histórico “Os Pilares da Terra” e a inúmeros policiais como “A Chave para Rebecca” ou “O Homem de São Petesburgo”, lançou entre 2010 e 2014, a trilogia “O Século” (“A Queda dos Gigantes”, “O Inverno do Mundo” e “No Limiar da Eternidade”) que começa com o eclodir da I Guerra Mundial e termina com a queda do muro de Berlim, naquele que parecia ser o seu encerrar de carreira em grande. Nada mais errado. Acaba de chegar aos escaparates de todo o mundo mais um volume gigantes (cerca de 900 páginas, como os três livros anteriores) – “Uma Coluna de Fogo”. No novo livro, regressamos a Kingsbridge, cuja construção da catedral acompanhamos ao longo d´”Os Pilares da Terra”. Voltaríamos à mesma cidade em “Um Mundo Sem Fim”. Resumo da obra.

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19.09.17

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Os Defensores

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Depois do sucesso das duas temporadas de Daredevil e uma de Jessica Jones, Lucas Cage e Iron Fist, a Marvel e a Netflix baralham e voltam a dar, juntando os quatro heróis em torno de uma causa comum: derrotar a maléfica Mão, uma associação criminosa da qual já tínhamos ouvido falar mas que não conhecíamos a fundo. O advogado cego mas danado para a pancada Daredevil (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter) a investigadora privada com mau feitio e força sobre-humana; Lucas Cage (Mike Colter), um homem capaz de resistir a balas e a quase tudo e Iron Fist (Finn Jones), herdeiro de uma fortuna gigantesca e desparecido durante anos para ser treinado para ser o Punho de Ferro, derradeiro defensor de K´Un Lun, uma terra mística. Em Defensores, conhecemos Alexandra (Sigourney Weaver), uma figura misteriosa mas que percebemos ter um grande poder e idade, mais até do que “mauzões” que conhecíamos até aqui, como Madame Gao (Wai Ching Ho) ou Bakuto (Ramon Rodriguez). Alexandra, que se mantém viva há centenas de anos, consegue trazer à vida Elektra (Elodie Yung), ex-namorada de Daredevil, transformando-a numa arma contra o grupo de heróis que não vê alternativa se não juntar-se e combater o crime, nesta nova forma.

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18.09.17

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Tocar num Van Gogh

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Não é todos os dias que se pode admirar um quadro de Van Gogh. Ainda mais raro é tocar e interagir com uma obra do mestre holandês. Até 22 de outubro, é possível visitar, na Cordoaria Nacional, a exposição Van Gogh Alive. 

 

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13.09.17

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Cifra

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Mai Jia nasceu em 1964, numa pequena aldeia chinesa nas montanhas. Viveu uma infância difícil e assim que teve idade suficiente alistou-se no exército chines. Passou para os serviços secretos onde esteve cerca de 20 anos. Sempre soube que tinha que escrever, tanto que escreveu um diário em 36 volumes (não publicado, até à data). Cifra começa a ritmo alucinante. Conhecemos a história de todos os Rong e quando nos começamos a afeiçoar a eles e a ganhar admiração pelo seu percurso, Jia “mata-os”. Ficamos com Rong Jizhen, bastardo conhecido como “patinho” até ser completamente integrado na família. Família essa que é responsável pela criação de uma conceituada universidade onde a matemática tem papel central. Rong Jizhen que se torna protegido do professor norte-americano Jan Liseiwickz, que o coloca no caminho para ser o melhor matemático da sua geração. Jizhen acaba por usar a sua inteligência única durante a Segunda Guerra Mundial para ajudar a descodificar as mais complexas mensagens codificadas.

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08.09.17

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Barry Seal: Traficante Americano

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Narcos, com inicio em 2015, sobre o qual já aqui se escreveu, teve o condão de voltar a despertar o interesse do mundo acerca da Colômbia do narcotráfico e acerca do submundo da droga, em geral. Não que antes não houvesse interesse no tema. Sicário (2016) ou Tráfico (2000) são disso exemplo, já para não falar de Escobar: Paraíso Perdido (2014). Do ponto de vista do utilizador da droga , o cinema também tem oferecido boas opções como Trainspotting (1996), A vida não é um sonho (2000) ou Candy (2006). Agora, chega ao grande ecrã a fantástica história verídica de Barry Seal. Seal (Tom Cruise), no fim dos anos 70 era um piloto comercial com algum talento para fazer uns cobres extra com contrabando de pequena monta. Tinha uma mulher (aqui é Sarah Wright, sempre uma vista interessante) e filhos mas sentia-se algo estagnado na carreira e na vida. Eis que surge a CIA, em busca de um bom piloto, moralmente flexível e com vontade de fazer viagens frequentes à América Central e do Sul. Contactado pelo agente Schafer (Domhall Gleeson), Seal começa a fazer pequenas entregas e recolhas e à medida que prova o seu valor, começa a fazer entregas maiores, mais regulares e mais…lucrativas. E claro que um piloto americano que se dá com a fina flor daqueles países, nunca falhando um entrega, atrai os olhos de todo o tipo de pessoas. É assim, que se vê frente a frente com Jorge Ochoa (Alejandro Edda) e com o próprio Pablo Escobar (Mauricio Mejia que em Narcos é Carlos Castaño, um traficante de segunda linha) e junta droga à sua lista de entregas. É neste equilíbrio que Barry Seal viveu o resto da sua vida.

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06.09.17

Star Wars até já chegou aos CTT

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Star Wars, a odisseia de ficção científica nascida da cabeça de George Lucas, inaugurou o merchadising, no que a filmes diz respeito. No fim dos anos 70 o seu impacto foi tal que todos queriam levar um pouco do filme consigo. Lucas foi o pioneiro da chamada memorobilia de cinema e mais do que as receitas de bilheteira, procurou as da venda de produtos. Há 40 anos que existem action figures, naves ou vestuário. Com o tempo, juntaram-se-lhe sets de LEGO, jogos para consola ou estacionário. Existe um pouco de tudo. Com mais um filme da saga a estrear no fim do ano, Portugal já está invadido pelos produtos do novo filme. A Disney já apresentou a nova coleção. A LEGO lançou mais uns sets e até os CTT se juntaram, com bonitos selos comemorativos.

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05.09.17

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Cantar!

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O cinema de animação sempre me fascinou. Talvez por algum complexo Peter Pan, talvez por possibilitar fazer cenas que a realidade ou os efeitos especiais não consigam. Lembro-me de ver os clássicos da Disney, bastante femininos e descobrir, já jovem adulto as maravilhas de uma nova escola, encabeçada pela Pixar e por Shrek, no qual cada filme tinha camadas e agradava de formas diferentes a diversos públicos. Nunca deixei de ver animação e ontem debrucei-me sobre o fantástico Cantar. Nele, como em Zootropolis, temos uma fábula ao melhor estilo de La Fontaine, onde os animais falam e fazem tudo como os humanos. Um teatro decante, liderado pelo koala Buster Moon (voz de Matthew McConaughey), procura um espetáculo que o salve. Moon resolve lançar um concurso ao melhor estilo do Ídolos mas por erro da sua senil secretária, a camaleão Miss Crawley (Garth Jennings) o prémio passa de 1000 a 100.000 dólares, o que faz com que centenas de candidatos se apresentem a concurso. Moon escolhe a porca Rosita (Reese Whiterspoon), o rato Mike (Seth MacFarlane), a porco-espinho Ash (Scarlett Johansson), o gorila Johnny (Taron Egerton) e a elefante Meena (Tory Kelly). Enquanto cada um dos cantores tenta equilibrar a vida pessoal (ser mãe, ter dívidas e ser perseguido por agiotas ursos russos ou vencer a sua timidez) os ensaios continuam, sendo que a Moon, tudo parece acontecer e tudo parece desmoronar à sua volta. Um filme hilariante, um dos melhores do seu género dos últimos anos.

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05.09.17





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