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Okja

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Em 2007, a Mirando, uma multinacional que vende produtos alimentares à base de porco, alega ter descoberto, o super-porco. Um porco muito maior do que os habituais, que pode ajudar a combater a fome no mundo. O projeto-piloto arranca com 26 clones do super-porco original para um concurso. Os 26 animais são distribuídos por todo o mundo, para, nos dez anos seguintes, serem criados segundo os costumes de cada país.

Um (uma, na verdade) dos animais vai parar algures na Coreia do Sul, onde é criada por Mija e pelo avô. Em 2017, a Mirando vai reclamar Okja e Mija não descansa até encontrar a sua amiga. Essa jornada leva-a a Seul e aos EUA, sempre atrás de Okja, tentando-a proteger do psicopata Johnny (Jake Gyllenhaal) e das irmãs Lucy e Nancy Mirando (Tilda Swinton). Ao seu lado tem uma parada de estrelas. Os ativistas animais que tentam salvar Okja são Jay (Paul Dano), K (Steven Yeun) ou Red (Lily Colins).

Okja é de visualização obrigatória. Por Okja, um animal único que ficará na história do cinema como Falkor the Luckdragon de The Neverending Story; por Mija, defensora da amiga como Elliott em E.T. e pela crítica à forma como são criados e mortos os animais hoje em dia.

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03.07.17

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Capitão Fantástico

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Ben (Viggo Mortensen) é um pai dedicado que educa os seus filhos o melhor que sabe, na ausência da mãe, hospitalizada com uma depressão severa. Mas Ben não é um pai normal. A família - Ben, a mulher agora ausente e os seis filhos - vive toda numa floresta, desloca-se num antigo autocarro de passageiros (Steve de seu nome) e a educação que Ben dá aos filhos é única. Todos os dias os três rapazes (Bodevan, Rellian e Nai) e as três raparigas (Kielyr, Vespyr e Zaja) têm duras aulas físicas (que incluem escalada de montanhas em plena chuva), caçam e cultivam tudo o que come e leem os grandes clássicos da literatura mundial. Depois de mais de dois meses de ausência, chega a notícia de que Leslie, a mãe, se suicidou. E a família parte rumo à cidade para a última despedida da mãe e rumo a um mundo convencional onde o avô Jack (Frank Langella) quer que os netos comecem a ser “normais”. Um grande filme sobre a procura de equilíbrios.

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26.06.17

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Escritos Secretos

Com a bela Rooney Mara, este filme irlandês é um primor, com uma notável fotografia, excelentes interpretações,  uma trama densa, que nos prende, que nos obriga a tomar partido, que nos coloca face a face com o poder do ciúme, com a força das instituições, com os trejeitos sociais irlandeses. Um filme para quem gosta de cinema, e para quem quer mais do que entretenimento. Uma dramática história de vida, a força de uma mulher apaixonada, apaixonante, que não se vergando aos padrões sociais, aos moralismos do interior irlandês, acaba internada num hospital psiquiátrico, torturada e violada mentalmente na sua sanidade intocável. 

 

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20.06.17

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A Múmia

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Inspirado num clássico dos anos 30, A Múmia nada tem a ver com o famoso franchise que viveu entre 1999 e 2008. Com Tom Cruise no papel central conta a história da descoberta de um túmulo antigo onde está aprisionada a temível princesa Ahmanet (Sofia Boutella). Como seria de esperar, a cativa escapa-se, milhares de anos depois e escolhe Nick (Cruise) como seu noivo num reino de trevas. Cabe a Nick e à arqueóloga Jenny (Annabelle Wallis) tudo fazerem para impedirem Ahmanet de conseguir os seus intentos. Eis uma bela surpresa em forma de filme de aventuras à antiga com bastante humor, ação e interessantes passagens pelo Egipto Antigo. Bons efeitos especiais e o aparecimento do ilustre Russell Crowe como Dr. Henry Jekyll, esse mesmo. A saga vai continuar por outros monstros, como Frankenstein, com Jenny como elo de ligação.

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20.06.17

Cães Raivosos

 O jornalismo chegou a um ponto de rutura. Depois dos diretos junto aos cadáveres das vítimas, é agora tempo de explorar as suas vidas num reality show mórbido. O respeito pela dor, pelo direito ao anonimato, são subtraídos pelo ímpeto sensacionalista. A imprensa está a nivelar-se pelas caixas de comentários, implantando o desejo voyeurista numa escala além da coscuvilhice bairrista. Puxaram fogo, definitivamente, à deontologia, e não adianta situar o fenómeno no CM.

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20.06.17

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O Prodígio

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A irlandesa Emma Donoghue é publicada desde 1994 com sucesso mas foi em 2010, com O Quarto de Jack que saltou para as bocas do mundo. Com a passagem do livro a filme, em 2015, Emma ainda mais conhecida se tornou.

Regressa agora com a edição (versão portuguesa de maio deste ano) d´O Prodígio. Nele, leva-nos à sua Irlanda, se bem que noutro tempo (Séc. XIX), pelos olhos da enfermeira inglesa Lib. Lib, jovem enfermeira treinada pela mítica Florence Nightdale, é contratada por uma comissão de uma pequena cidade rural para vigiar Anna, uma jovem de 11 anos que diz viver sem alimento. Lib, pronta a desmascarar o caso, que já dera à jovem a fama de Santa, encontra uma criança bondosa e extremamente ligada à religião que, aparentemente não come mesmo, há cerca de 4 meses.

À sua volta, Lib tem uma freira com a mesma função, com a qual troca de turno e um simpático e atrevido jornalista irlandês. Contra si, parecem estar a mãe e a prima de Annie, convencidas da falta de fé de Lib e na santidade da menina.

Um regresso muito interessante, sobre os limites da fé e como naquela altura o povo irlandês, e não só, era crédulo. O fenómeno de Anna, ficcionado, foi replicado um pouco por todo o mundo sob o nome de “virgens jejuadoras”.

 

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19.06.17

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O Rancho

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Por vezes, a simplicidade é tudo o que faz falta a uma boa série de televisão. Em O Rancho, já na terceira temporada, acompanhamos o dia-a-dia de uma família numa pequena cidade do Colorado. Colt (Ashton Kutcher) é um jogador de futebol americano falhado que regressa às suas origens para ajudar no rancho do pai. O pai, Beau (Sam Elliott) é um velho casmurro que não tem grande talento para demonstrar amor pelos filhos ou por algo que não sejam vacas (vivas ou mortas) e whiskey. Ao seu lado, Colt tem Rooster (Danny Masterson), seu irmão e eterno gozão e a mãe, Maggie (Debra Winger), separada do pai e dona do único bar da cidade, onde os filhos insistem em beber muito e pagar pouco. Para além dos desafios do núcleo familiar, Colt ainda tem que se dividir entre Abby (Elisha Cuthbert), o seu amor de sempre, que abandonou para ir atrás dos seus sonhos e Heather (Kelli Goss), uma “loiraça” bem mais jovem. Uma comédia eficaz com muito mais conteúdo do que parece à primeira vista.

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18.06.17

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Churchill

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Churchill tem tido várias representações nos ecrãs. John Lithgow esteve perfeito em The Crown, tal como Timothy Spall em O Discurso do Rei, isto contando apenas com exemplos recentes. Chega agora às salas uma nova abordagem aquele que se considera ser o maior britânico de sempre, por ter conduzido com honra e bravura o seu país durante a Segunda Guerra Mundial. Em Churchill, é Brian Cox  que veste a pele do Primeiro Ministro. Estamos em 1944, nas vésperas do Dia D e Churchill, envelhecido, procura manter-se relevante num quadro onde Ike Eisenhower (John Slattery) está aos comandos da operação militar. É nessa angustia, que não ser o que foi mas ainda ter opinião a dar que vive Winston, apoiado de perto pela mulher Clementine (Miranda Richardson) e pelo Coronel Smuts (Richard Durden). Acompanhamos vários dias de um Churchill velho, com medo de repetir erros do passado mas a fibra necessária para encontrar o seu lugar. Mais uma vez, de relevo, como mostra a esplêndida cena final. 

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16.06.17

Comida já não é só comida

Antigamente um bife com batatas fritas era apenas um bife com batatas fritas, com ou sem salada, com ou sem ovo, com ou sem arroz, verdadeira aventura gastronómica, com ou sem molho. Mas um bife era um bife, bastando-lhe o desafio de ser bom. Com o advento do gourmet e a vitória da sociedade da imagem, a comida passou para o hastag foodporn, tendo de ser, em primeiro lugar, fotogénica. 

 

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06.06.17

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Le Petit Nicolas

Le Petit Nicolas é a versão franco-belga do Tonecas. Lembro que este foi um livro que lemos no liceu, já não tenho a certeza, mas diria que no décimo ano. O curioso disto é que não recordo rigorosamente nada da estória. Todavia, associo o mesmo às aulas de francês depois do almoço, no doce embalo da língua francesa e a camaradagem que uma turma reduzida (o francês era opcional) proporcionava, inclusive face ao professor segregado mas que era um verdadeiro amigo. É bom que objetos possam proporcionar memórias que vão para além da sua própria existência enquanto tal.

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05.06.17





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