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A Bimby e a Rainbow, vender à força

Apesar de ter adquirido o magnífico aspirador Rainbow e o robot de cozinha que dá pelo nome de Bimby, não aprecio nada o seu modelo de venda, que procura ser uma atualização do velho método porta-à-porta, onde um simpático cavalheiro apresentava produtos inovadores a distintas senhoras domésticas. O conceito é o do clube fechado ao qual se acede pela via do convite, pela recomendação de um amigo. Até aí tudo bem. O problema é que não possuindo publicidade de rua e de circulação na imprensa e audiovisuais, estas duas empresas tornaram-se numa fábrica de vendedores aborrecidos, uma espécie de testemunhas da Bimby e testemunhas da Rainbow, que nos forçam a fornecer uma lista de amigos, a todo o custo, quando só queremos comprar um aspirador/robot de cozinha e que não se metam na nossa vida. Apesar de parecer muito engraçado, este método serve, pelo menos a meu ver, para criar um desconforto face às marcas. Gosto muito dos equipamentos, mas não quero que me liguem a convidar para lanches onde vão apresentar ferramentas e acessórios e onde nos tentam convencer a sermos vendedores. Este modelo de conversão religiosa é penoso e nada abona a favor das marcas. Mais vale um outdoor engraçado na rua do que gente a fustigar-nos com "já tem uma lista de amigos? Já falou com os amigos?". 

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13.07.17






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