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Rei Artur e a lenda da espada

A literatura e o cinema de fantasia, na sua versão medievalizada, deve muito ao Ciclo arturiano. Harry Potter ou Frodo Baggins são derivações do Rei Artur. Há, portanto, uma dose de responsabilidade acrescida em tudo o que envolve o mítico governante, o Rei David dos bretões, o paradigma do messias celta. Curiosamente, no plano cinematográfico, é a herança Lord of the Rings que marca o compasso das produções do género.

No caso concreto, temos uma película com bastante liberdade criativa, ausente de Merlin, agora empurrado para a geração anterior, com uma aparição competente de Beckham, com um bom desempenho de Jude Law, e muitos outros rostos familiares. O Rei Artur adquire a roupagem de agora, musculoso e atraente, em luta contra o seu destino. Felizmente não há o cliché sexual, num filme com bons planos, com diálogos rápidos e apelativos, numa versão arturiana perto da cultura pop, mas ainda assim a justificar a ida à grande tela.

 

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15.05.17






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