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Breaking....Ozark

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O melhor elogio que se pode fazer – e tem-se feito – a Orzak é compara-lo a Breaking Bed (2008-2013). Em Breaking Bad, Walter White (Brian Cranston) era um professor de química que após descobrir uma doença terminal se juntava a um criminoso local de meia tijela, Jesse (Aron Paul), para criar um império de fabrico e venda de metafentaminas. O que levou White a entrar no jogo foi a vontade de deixar uma boa almofada financeira para a família mas acabou por continuar pelo poder e pelo prazer que lhe dava fintar uma parada de vilões, enquanto se escondia à vista, incluindo do cunhado Hank (Dean Morris), agente da DEA.

Marty Byrde (Jason Bateman que realiza quatro dos dez episódios da primeira temporada) não tem nenhuma doença ou vontade de fabricar e vender drogas. O seu negócio passa pela lavagem de dinheiro. Se, durante anos, o faz no seu escritório de boa reputação em Chicago, uma desconfiança de Del (Esai Morales), representante do segundo maior cartel de droga do México, faz com que todos os seus colegas acabem mortos. Marty compra a sua vida com a ideia peregrina de passar a lavar o dinheiro do cartel, mais depressa e sozinho, nas imediações do lago Orzak, algures num Missouri repleto de rednecks.

Com o consentimento de Del, Marty e a família mudam-se. Wendy (Laura Linney), mulher de Marty que estava a ter um caso antes da mudança; Charlotte (Sofia Hublitz), uma bela e confusa adolescente e Jonah (Skylar Gaertner), o mais novo da família vêm-se a morar na bela e barata casa de Buddy (Harris Yulin), um velho a morrer, o que baixou e muito o valor da propriedade. Tal como em Breaking Bad, quando tudo parece correr bem, corre mal. Marty pretende lavar dinheiro, comprando negócios locais. O primeiro, um empreendimento turístico de segunda, não traz mal ao mundo mas o segundo – um bar de striptease e o terceiro – a construção de uma igreja, são, sem que Marty saiba, pontos de contacto com uma sinistra família.

Os Snell, donos da região há várias gerações não vão tolerar a chegada de Marty e mesmo pressentindo o poder de quem ele representa vão retaliar. Não menos perigosa, parece ser a presença do FBI na cidade, através do agente Roy (Jason Butler). Sem esquecer, os ladrõezitos Langmore, cujo irmão mais proeminente está preso mas na filha Ruth (Julia garner) uma herdeira à altura, na inteligência e maldade.

Cabe a Marty cmo coube a Wlater, desviar-se de todos os perigos, sendo mais inteligente do que todos, a bem da preservação da família. E de alguns milhões de dólares.

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24.07.17

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Okja

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Em 2007, a Mirando, uma multinacional que vende produtos alimentares à base de porco, alega ter descoberto, o super-porco. Um porco muito maior do que os habituais, que pode ajudar a combater a fome no mundo. O projeto-piloto arranca com 26 clones do super-porco original para um concurso. Os 26 animais são distribuídos por todo o mundo, para, nos dez anos seguintes, serem criados segundo os costumes de cada país.

Um (uma, na verdade) dos animais vai parar algures na Coreia do Sul, onde é criada por Mija e pelo avô. Em 2017, a Mirando vai reclamar Okja e Mija não descansa até encontrar a sua amiga. Essa jornada leva-a a Seul e aos EUA, sempre atrás de Okja, tentando-a proteger do psicopata Johnny (Jake Gyllenhaal) e das irmãs Lucy e Nancy Mirando (Tilda Swinton). Ao seu lado tem uma parada de estrelas. Os ativistas animais que tentam salvar Okja são Jay (Paul Dano), K (Steven Yeun) ou Red (Lily Colins).

Okja é de visualização obrigatória. Por Okja, um animal único que ficará na história do cinema como Falkor the Luckdragon de The Neverending Story; por Mija, defensora da amiga como Elliott em E.T. e pela crítica à forma como são criados e mortos os animais hoje em dia.

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03.07.17

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O Rancho

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Por vezes, a simplicidade é tudo o que faz falta a uma boa série de televisão. Em O Rancho, já na terceira temporada, acompanhamos o dia-a-dia de uma família numa pequena cidade do Colorado. Colt (Ashton Kutcher) é um jogador de futebol americano falhado que regressa às suas origens para ajudar no rancho do pai. O pai, Beau (Sam Elliott) é um velho casmurro que não tem grande talento para demonstrar amor pelos filhos ou por algo que não sejam vacas (vivas ou mortas) e whiskey. Ao seu lado, Colt tem Rooster (Danny Masterson), seu irmão e eterno gozão e a mãe, Maggie (Debra Winger), separada do pai e dona do único bar da cidade, onde os filhos insistem em beber muito e pagar pouco. Para além dos desafios do núcleo familiar, Colt ainda tem que se dividir entre Abby (Elisha Cuthbert), o seu amor de sempre, que abandonou para ir atrás dos seus sonhos e Heather (Kelli Goss), uma “loiraça” bem mais jovem. Uma comédia eficaz com muito mais conteúdo do que parece à primeira vista.

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18.06.17

13

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Com a chancela de qualidade Netflix anda por aí 13 Reasons Why. As 13 razões a que o título se refere são as razões que levaram ao suícidio de Hannah Baker, personagem de ficção de uma pequena cidade norte-americana. Hannah, querendo que a sua voz se oiça após a sua morte deixa 13 cassetes (algo estranho para alguém de 17 anos) com gravações de episódios que criaram e aumentaram o seu desespero. Uma série aparentemente teen que mete o dedo em feridas como o suícidio, depressão, depressão, abuso sexual, bulling, cyberbulling e a eterna luta dos pais para compreenderem e ajudarem os filhos adolescentes. Uma série obrigatória para todas as idades e para a comprenesão da era em que vivemos. Nota para o elenco de luxo, quer nos adolescentes Hannah (Katherine Langford) e Clay (Dylan Minette) quer nos "adultos" Lainie (Amy Hargreaves), Olivia (Kate Walsh) ou Andy (Brian D´Arcy James). 

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19.05.17

Stranger Things (2016-)

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Stranger Things chegou ao Netflix português. E que gloriosa que é esta nova série. Nela, mergulhamos nos anos 80 e numa pequena cidade norte-americana, da qual o pequeno Will Byers desapareceu, sem deixar rasto. Em busca dele lança-se toda a cidade. Os três amigos nerds dele - Mike, Duncan e Lucas; a mãe, a enlouquecer de dor (Winona Ryder); o xerife Hopper (David Harbour) a braços com a perda da própria filha e com os seus vícios e Jonathan, irmão de Will que às tantas passa a contar com a ajuda de Nancy, irmã de Mike e rapariga perfeita lá do burgo. O pior é que este não é um desaparecimento comum como se percebe quando os três amigos de Will encontram Eleven, uma estranha rapariga de cabelo rapado que eles descobrem ter poderes e que adoptam como amiga e como arma na luta contra o tempo para encontrar Will. Afinal, parecem existir monstros um pouco por todo o lado e uma estranha secção do Governo que os estudava, com a ajuda de...Eleven. Genial a reconstituição dos anos 80, lembrando muitas vezes os filmes da época de Steven Spielberg e genial a construção do enredo até ao encontro final com o "monstro". Obrigatório ver.  

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18.07.16

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The Last Kingdom (2015)

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Algures no Séc. IX, Uhtred procura o seu lugar na Inglaterra, então dividida em vários reinos, todo sob ataque dinamarquês. Nascido um nobre saxão, vê o seu pai ser morto por vikings e é como guerreiro dinamarquês, filho adotivo de Ragnar, que cresce e vê a sua vida. O seu pequeno reino, que deveria ter herdado do pai, é agora pertença do tio que só o quer ver morto. Ainda assim, Ragnar vive bem na sua nova pele e vê em Brida, também uma saxã criada por dinamarqueses, uma companheira para a vida.


 


Tudo muda na vida de Uhtred quando Ragnar e quase toda a sua família é morta num ataque surpresa a meio da noite. Com um rumor a correr de que fora ele próprio a matar a família que o adotou resta-lhe fugir e tentar provar a sua inocência. Acaba por se juntar a Alfredo, Rei de Wessex e que, apesar da sua doença crónica, mostra ter fibra para expulsar os dinamarqueses e unir toda a Inglaterra.


 


Uma bela série, com a marca Netflix, sobre o nascimento de Inglaterra e as invasões vikings à Grã-Bretanha, com aventura, algum humor e amor e batalhas fabulosamente filmadas.

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04.01.16

BoJack & Archer

Mesmo após anos de sucesso e qualidade de Simpsons, South Park, Family Guy ou Futurama, o género desenho animado ainda é visto como menor e para crianças. Não é. Em termos técnicos, é uma arte. Em termos, de conteúdo, depende, como qualquer série ou filme da história, forma como é escrito e dos intérpretes. Dois fantásticos exemplos de uma nova e refrescante vaga de desenhos animados politicamente incorretos são Archer e BoJack Horseman, que podem ser seguidos no Netflix.


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 Acher (H. Jon Benjamim) é um espião, bonitão e cheio de pinta que vive para seduzir mulheres (ou pagar-lhes para dormirem com ele, em muitos casos), não deve muito à inteligência, gosta mais de beber do que de trabalhar e tem um sentido de humor muito próprio. E ofensivo. Trabalha para uma agência (ISIS…) que a mãe, Malory (Jessica Walker), seu equivalente feminino controla com mão de ferro. Enquanto resolve, a custo, várias missões, convive com Lana Kane (Aisha Tyler), “boazona” e “super-espia” de serviço que o deixou recentemente pelo colega e atado profissional Cyril (Chris Parnell). Pela agência andam ainda Pam (Amber Nash), uma diretora de RH carente e linguaruda; Cheryl (Judy Greer), uma ninfomaníaca em potência e ainda o cientista louco Krieger (Lucky Yates). São episódios de cerca de 20 minutos de pura loucura, piadas do mais nonsense que existe e muita, muita gargalhada.


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Ainda mais nonsense é BoJack Horseman. Para já, tudo é igual ao nosso mundo, exceto o facto de pessoas conviverem naturalmente com animais falantes. BoJack (Will Arnett) é, na verdade, um homem com cabeça de cavalo que foi estrela de televisão há 18 anos. Vive agora na sua grande mansão, passando os dias a ver os episódios antigos de Horsin´ Around (a sitcom que estrelava), a beber e a consumir drogas. Para aliviar a solidão, vive com Todd (Aaron Paul de Breaking Bad), um jovem desempregado que nada faz por mudar a sua situação e mantém um relacionamento com a sua agente, Princess Carolyn (Amy Sedaris). Para tentar regressar à ribalta, resolve escrever um livro, contando com a ajuda da “escritora-fantasma” Diane (Alison Brie), por quem se começa a apaixonar.


 


 

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07.12.15

Marvel no Netflix

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Quando chegou a Portugal, a 21 de outubro, o Netflix trouxe Narcos e Daredevil como bandeiras. Um mês depois, quando terminou o período de teste grátis, chegou Jessica Jones. Daredevil e Jessisca Jones têm várias coisas em comum mas, em termos de estratégia do canal de streaming norte-americano, só uma interessa: resultam de uma parceria com a Marvel, toda-poderosa editora de livros de banda desenhada.


Daredevil apresenta Charlie Cox (conhecido pela participação em Boardwalk Empire, por exemplo) como um advogado cego e idealista que, de noite, se transforma num vigilante de máscara preta (há-de evoluir para o cor de vinho mais conhecido do mundo). Matt, o advogado, ficou órfão muito cedo e cego ainda mais cedo. Mas é claro, que os seus outros sentidos ficaram de tal forma apurados que não há nada que lhe escapa ou ada que não consiga fazer. Para o ajudar tem Foggy (Elden Henson), amigo de sempre e advogado com o qual partilha uma sociedade sem grande sucesso comercial e Karen (Deborah Ann Woll), primeira cliente da sociedade e agora secretária e amiga. Claire (Rosario Temple) também faz a sua aparição como enfermeira, confidente e namorada de Matt/Daredevill. O objetivo, claro, é combater o crime em Hell´s Kitchen e derrotar o vilão. Neste, caso, acima da máfia japonesa, chinesa e russa está Wilson Fisk, um monstruoso vilão que quer também melhorar a cidade mas matando e destruindo todos os que não se enquadrem no seu plano. Vicent D´Onofrio é brilhante nesse papel. E tem a ajuda da lindíssima Vanessa (Ayelet Zurer). Fantástico ambiente noir, boa história e belas lutas.


Bem mais negro é o mundo de Jessica Jones (Kristen Ritter num papel de destaque como não está habituada mas onde vai muito bem). Também ela órfã viveu como irmã adotiva de Trish (Rachel Taylor) até a salvar de uma mãe abusadora e sempre a pensar no dinheiro a ganhar com ela. Adulta, Jessica tornou-se numa alcoólica e detetive privada, sempre com problemas de dinheiro. Sabemos depois que Jessica já foi um pouco menos negra antes de conhecer Kilgrave. E Kilgrave (David Tennat) é um dos mais brilhantes vilões da história do entretenimento. Kilgarve tem a habilidade de dizer a qualquer pessoa para fazer o que ele quer. Literalmente. Às tantas até se queixa desse fardo (“uma vez disse a um homem para se ir lixar. Imaginas o que é isso?”). Mas não tenhamos pena. Kilgrave é mau e tem prazer nisso. E Jones tem que para-lo. Umas das melhores séries do Netflix e uma que agradará a quase todos, mesmo os que não apreciam o universo Marvel. É que, força extraordinária à parte, Jones é uma rapariga quase normal com os seus medos e anseios.

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30.11.15

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Peaky Blinders (2013-)

 


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Estamos em 1919 em Birmingham, Reino Unido, poucos meses após o fim da I Guerra Mundial. Thomas Shelby (o inigualável Cillian Murphy), olhado e tratado com reverência nas ruas, foi e voltou da guerra, com medalhas e com ela – a guerra – ainda dentro de si. Lugares comuns à parte voltou mas ficou ainda nas trincheiras francesas. Para além da sua condição de ex-combatente, que partilha com a maioria das pessoas do seu bairro pobre, Thomas é o líder dos Peaky Blinders, um bando de criminosos que se distinguem pelas suas boinas com lâminas, sempre a postos para saírem das suas cabeças para a cara de quem lhes faça frente. E muitos fazem. Ora os ciganos Lee, ora a polícia, ora outros bandidos quaisquer, logo espancados sem piedade (arrepiante


 


No meio de crimes menores, uma gloriosa carga de armas chega à posse de Thomas que a resolve guardar. Com medo que tal saque caia nas mãos erradas, como as do IRA, um jovem Churchill (Andy Nyman), envia o polícia durão Campbell (Sam Neill) para pacificar a cidade e recuperar as armas. Como forma de enfraquecer a família Shelby por dentro, Campbell envia a espia Grace (a belíssima Annabelle Wallis) para tentar descobrir mais sobre os negócios escuros e sobretudo sobre o paradeiro das armas. E Grace passa a conhecer a Tia Polly (Helen McCrory) que geriu os negócios quando os sobrinhos estavam a lutar em França; Arthur (Paul Anderson), irmão mais velho mas sem a inteligência de Thomas e John (Joe Cole), irmão mais velho entre os adultos que é tão ingénuo como consegue ser violento.


 


E claro está, a espia apaixona-se pelo bandido que se apaixona de volta, ficando os dois com a visão toldada para as suas missões. Até que ponto, veremos na segunda temporada, ainda não disponível por cá.


 


Uma viagem à Inglaterra do pós-guerra e ao submundo de um crime, com regras mas com violência. A não perder. E sim, os Peaky Blinders existiram mesmo.

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05.11.15

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Netflix, uma adição

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O Nextflix chegou a Portugal. É certo e sabido que o streaming tomou conta do entretenimento e que cd´s e dvd´s são objetos do passado. Hoje em dia, nada se guarda em estantes (bem, os livros resistem e parecem estar a vencer os ebooks após um período de hesitação a que eu próprio cedi), tudo se ouve e vê de passagem. Com a música acontece com o Sportify e Apple Music e com os filmes e séries acontece com o Netflix, um pouco por tudo o mundo. A oferta do canal de streaming é forte e atacou Portugal com um argumento irresistível: um mês grátis para explorar séries e filmes, muitos deles e delas, produções próprias.


 


Um das bandeiras é Narcos, que conta a história de Pablo Escobar. A verdade é que todos sabemos por alto quem foi Escobar, um traficante de droga colombiano, com muitissimo dinheiro e ainda mais poder. Mas quantos de nós sabem mais? Da sua história familiar? Do seu começo? Do seu lado “bom”? Das suas ambições políticas que, quando desfeitas o transformaram num homem ainda mais violento? É toda a história de Escobar que conhecemos em Narcos, uma das séries do ano.


 


Wagner Moura, o protagonista de Tropa de Elite, é Pablo, que começa como um traficante, junto ao primo Gustavo (Juan Pablo Raba). Um dia, um traficante de droga, em fuga do regime de Pinochet, propõe-lhe usar as suas rotas de contrabando para fazer chegar cocaína aos EUA. E a vida de Escobar muda. Os lucros rapidamente se transformam em milhões e milhões se como se diz, a certa altura, o dinheiro era tanto que largos milhões foram enterrados um pouco por toda a Colômbia. E a série parte da ascensão de Pablo para mostrar como funcionava o submundo da droga nos anos 80 e 90, sob a narração de Murphy (Boyd Holbrook), um agente da DEA, obcecado pela captura de Escobar e pela pacificação do país. Ficamos a conhecer a importância que Escobar dava à família e amigos e forma genuína como gostaria de ajudar o seu povo. A sua intenção era ser presidente mas a exposição da origem do seu dinheiro não o deixou, apesar do amor do povo. E esse foi o ponto de viragem. A Colômbia passou a ser o seu campo de batalha, começando uma matança de polícias, rivais e inocentes. Crua e violenta, a série Narcos faz um retrato das origens da globalização da cocaína.


 

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30.10.15





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