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Mindhunter

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Chama-se Mindhunter é um sucesso (mais um) do Netflix. Na série, vamos até aos anos 70, onde uma equipa do FBI entrevista e analisa autores de crimes horrendos. O pressuposto é que ao conhecer-se a mente e a forma de atuar deste tipo de criminosos – muitíssimo inteligentes, minuciosos e com uma certa vaidade pela sua “obra” – o FBI pode ajudar a mais rapidamente resolver casos e quem sabe, evitá-los. No centro da trama está Holden Ford (Jonathan Groff), um jovem, com vontade de ir mais além e aquele que começa com as entrevistas e Bill Tench (Holt McCallany), um agente durão, especialista em ciência criminal. Ambos começam por ser instrutores do FBI mas Holden começa a aproveitar as constantes viagens para falar com prisioneiros um pouco por todo o país, usando o seu crachá como chave. Wendy Carr (Anna Torv), uma psicóloga, junta-se-lhe. Apesar de ficcionadas, as personagens do núcleo do FBI são baseadas em pessoas reais que estiveram na base de conceitos comuns hoje como assassinos em série ou na determinação de perfis de criminosos. O projeto, primeiro à parte do FBI, acaba por se tornar público e ter um grande financiamento, o que leva a maior exposição e responsabilidades. Escrito de forma esplêndida, a série leva-nos até às celas e mentes de criminosos como Ed Kemper (Cameron Britton), Jerry Brudos (Happy Anderson) ou Richard Speck (Jack Erdie), assassinos reais. São especialmente boas as cenas que envolvem o perturbador Ed Kemper, que assassinou os seus avós e a sua mãe, entre outros e que tem QI elevado, mais de dois metros de altura e mais de 140 quilos. Ao mesmo tempo que tenta singrar nesta nova área, Holden, ensimesmado, desenvolve uma relação com a bonita estudante universitária Debbie (Hannah Gross).

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23.10.17

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Os Defensores

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Depois do sucesso das duas temporadas de Daredevil e uma de Jessica Jones, Lucas Cage e Iron Fist, a Marvel e a Netflix baralham e voltam a dar, juntando os quatro heróis em torno de uma causa comum: derrotar a maléfica Mão, uma associação criminosa da qual já tínhamos ouvido falar mas que não conhecíamos a fundo. O advogado cego mas danado para a pancada Daredevil (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter) a investigadora privada com mau feitio e força sobre-humana; Lucas Cage (Mike Colter), um homem capaz de resistir a balas e a quase tudo e Iron Fist (Finn Jones), herdeiro de uma fortuna gigantesca e desparecido durante anos para ser treinado para ser o Punho de Ferro, derradeiro defensor de K´Un Lun, uma terra mística. Em Defensores, conhecemos Alexandra (Sigourney Weaver), uma figura misteriosa mas que percebemos ter um grande poder e idade, mais até do que “mauzões” que conhecíamos até aqui, como Madame Gao (Wai Ching Ho) ou Bakuto (Ramon Rodriguez). Alexandra, que se mantém viva há centenas de anos, consegue trazer à vida Elektra (Elodie Yung), ex-namorada de Daredevil, transformando-a numa arma contra o grupo de heróis que não vê alternativa se não juntar-se e combater o crime, nesta nova forma.

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18.09.17

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Narcos, pós-Escobar

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É bem verdade que desde segunda-feira, o regresso mais esperado, em termos de séries, é do de Game of Thrones. Mas a temporada 8 só chegará, na melhor das hipóteses, no fim de 2018. Para chegar estão ainda os novos volumes de êxitos estrondosos como Walking Dead ou Stranger Things. Mas poucas séries despertarão tanto a curiosidade como Narcos, sobretudo na sua temporada 3, que estreia amanhã em todo o mundo. As duas primeiras temporadas debruçavam-se sobre Pablo Escobar que o brasileiro Wagner Moura, genialmente, trouxe à vida. Mas, com a morte do mítico traficante do fim da última temporada, surpreendeu que a série não morresse também. Na nova temporada, a ação passa de Medellín para Cali, onde se desenvolveu um novo e poderoso Cartel. Um dos novos vilões, será interpretado pelo português Pêpê Rapazote. Na terceira temporada, o foco deixa de estar em Medellín e passa para Cali e para o seu Cartel.

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31.08.17

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White Gold

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Do cluster criativo que escolheu o Netflix para se expressar, chega-nos agora White Gold, uma comédia instalada no Essex de 1983. Nele, Vincent Swan (Ed Westwick, famoso por ser figura de destaque em Gossip Girl), é um "pintas", com pouca vontade de trabalhar e muita de ganhar dinheiro. Com boa aparência e falinhas mansas, consegue vender tudo a todos. Está agora à frente do negócio da venda de venda de alumínio para janelas, substituindo a madeira que então era usada. Este é o ponto de partida para que Vincent faça uma ambiciosa escalada rumo à riqueza fácil, contando com a ajuda de dois outros comercais estarolas, Fitzpatrick (James Buckley) e Lavender (Joe Thomas); da mulher Sam (Linzey Cocker) e do patrão (que manda menos do que Swan) Tony (Nigel Lindsay). Uma comédia pouco profunda mas muito divertida. 

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25.08.17

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Breaking....Ozark

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O melhor elogio que se pode fazer – e tem-se feito – a Orzak é compara-lo a Breaking Bed (2008-2013). Em Breaking Bad, Walter White (Brian Cranston) era um professor de química que após descobrir uma doença terminal se juntava a um criminoso local de meia tijela, Jesse (Aron Paul), para criar um império de fabrico e venda de metafentaminas. O que levou White a entrar no jogo foi a vontade de deixar uma boa almofada financeira para a família mas acabou por continuar pelo poder e pelo prazer que lhe dava fintar uma parada de vilões, enquanto se escondia à vista, incluindo do cunhado Hank (Dean Morris), agente da DEA.

Marty Byrde (Jason Bateman que realiza quatro dos dez episódios da primeira temporada) não tem nenhuma doença ou vontade de fabricar e vender drogas. O seu negócio passa pela lavagem de dinheiro. Se, durante anos, o faz no seu escritório de boa reputação em Chicago, uma desconfiança de Del (Esai Morales), representante do segundo maior cartel de droga do México, faz com que todos os seus colegas acabem mortos. Marty compra a sua vida com a ideia peregrina de passar a lavar o dinheiro do cartel, mais depressa e sozinho, nas imediações do lago Orzak, algures num Missouri repleto de rednecks.

Com o consentimento de Del, Marty e a família mudam-se. Wendy (Laura Linney), mulher de Marty que estava a ter um caso antes da mudança; Charlotte (Sofia Hublitz), uma bela e confusa adolescente e Jonah (Skylar Gaertner), o mais novo da família vêm-se a morar na bela e barata casa de Buddy (Harris Yulin), um velho a morrer, o que baixou e muito o valor da propriedade. Tal como em Breaking Bad, quando tudo parece correr bem, corre mal. Marty pretende lavar dinheiro, comprando negócios locais. O primeiro, um empreendimento turístico de segunda, não traz mal ao mundo mas o segundo – um bar de striptease e o terceiro – a construção de uma igreja, são, sem que Marty saiba, pontos de contacto com uma sinistra família.

Os Snell, donos da região há várias gerações não vão tolerar a chegada de Marty e mesmo pressentindo o poder de quem ele representa vão retaliar. Não menos perigosa, parece ser a presença do FBI na cidade, através do agente Roy (Jason Butler). Sem esquecer, os ladrõezitos Langmore, cujo irmão mais proeminente está preso mas na filha Ruth (Julia garner) uma herdeira à altura, na inteligência e maldade.

Cabe a Marty como coube a Wlater, desviar-se de todos os perigos, sendo mais inteligente do que todos, a bem da preservação da família. E de alguns milhões de dólares.

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24.07.17

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Okja

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Em 2007, a Mirando, uma multinacional que vende produtos alimentares à base de porco, alega ter descoberto, o super-porco. Um porco muito maior do que os habituais, que pode ajudar a combater a fome no mundo. O projeto-piloto arranca com 26 clones do super-porco original para um concurso. Os 26 animais são distribuídos por todo o mundo, para, nos dez anos seguintes, serem criados segundo os costumes de cada país.

Um (uma, na verdade) dos animais vai parar algures na Coreia do Sul, onde é criada por Mija e pelo avô. Em 2017, a Mirando vai reclamar Okja e Mija não descansa até encontrar a sua amiga. Essa jornada leva-a a Seul e aos EUA, sempre atrás de Okja, tentando-a proteger do psicopata Johnny (Jake Gyllenhaal) e das irmãs Lucy e Nancy Mirando (Tilda Swinton). Ao seu lado tem uma parada de estrelas. Os ativistas animais que tentam salvar Okja são Jay (Paul Dano), K (Steven Yeun) ou Red (Lily Colins).

Okja é de visualização obrigatória. Por Okja, um animal único que ficará na história do cinema como Falkor the Luckdragon de The Neverending Story; por Mija, defensora da amiga como Elliott em E.T. e pela crítica à forma como são criados e mortos os animais hoje em dia.

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03.07.17

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O Rancho

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Por vezes, a simplicidade é tudo o que faz falta a uma boa série de televisão. Em O Rancho, já na terceira temporada, acompanhamos o dia-a-dia de uma família numa pequena cidade do Colorado. Colt (Ashton Kutcher) é um jogador de futebol americano falhado que regressa às suas origens para ajudar no rancho do pai. O pai, Beau (Sam Elliott) é um velho casmurro que não tem grande talento para demonstrar amor pelos filhos ou por algo que não sejam vacas (vivas ou mortas) e whiskey. Ao seu lado, Colt tem Rooster (Danny Masterson), seu irmão e eterno gozão e a mãe, Maggie (Debra Winger), separada do pai e dona do único bar da cidade, onde os filhos insistem em beber muito e pagar pouco. Para além dos desafios do núcleo familiar, Colt ainda tem que se dividir entre Abby (Elisha Cuthbert), o seu amor de sempre, que abandonou para ir atrás dos seus sonhos e Heather (Kelli Goss), uma “loiraça” bem mais jovem. Uma comédia eficaz com muito mais conteúdo do que parece à primeira vista.

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18.06.17

13

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Com a chancela de qualidade Netflix anda por aí 13 Reasons Why. As 13 razões a que o título se refere são as razões que levaram ao suícidio de Hannah Baker, personagem de ficção de uma pequena cidade norte-americana. Hannah, querendo que a sua voz se oiça após a sua morte deixa 13 cassetes (algo estranho para alguém de 17 anos) com gravações de episódios que criaram e aumentaram o seu desespero. Uma série aparentemente teen que mete o dedo em feridas como o suícidio, depressão, depressão, abuso sexual, bulling, cyberbulling e a eterna luta dos pais para compreenderem e ajudarem os filhos adolescentes. Uma série obrigatória para todas as idades e para a comprenesão da era em que vivemos. Nota para o elenco de luxo, quer nos adolescentes Hannah (Katherine Langford) e Clay (Dylan Minette) quer nos "adultos" Lainie (Amy Hargreaves), Olivia (Kate Walsh) ou Andy (Brian D´Arcy James). 

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19.05.17

Stranger Things (2016-)

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Stranger Things chegou ao Netflix português. E que gloriosa que é esta nova série. Nela, mergulhamos nos anos 80 e numa pequena cidade norte-americana, da qual o pequeno Will Byers desapareceu, sem deixar rasto. Em busca dele lança-se toda a cidade. Os três amigos nerds dele - Mike, Duncan e Lucas; a mãe, a enlouquecer de dor (Winona Ryder); o xerife Hopper (David Harbour) a braços com a perda da própria filha e com os seus vícios e Jonathan, irmão de Will que às tantas passa a contar com a ajuda de Nancy, irmã de Mike e rapariga perfeita lá do burgo. O pior é que este não é um desaparecimento comum como se percebe quando os três amigos de Will encontram Eleven, uma estranha rapariga de cabelo rapado que eles descobrem ter poderes e que adoptam como amiga e como arma na luta contra o tempo para encontrar Will. Afinal, parecem existir monstros um pouco por todo o lado e uma estranha secção do Governo que os estudava, com a ajuda de...Eleven. Genial a reconstituição dos anos 80, lembrando muitas vezes os filmes da época de Steven Spielberg e genial a construção do enredo até ao encontro final com o "monstro". Obrigatório ver.  

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18.07.16

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The Last Kingdom (2015)

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Algures no Séc. IX, Uhtred procura o seu lugar na Inglaterra, então dividida em vários reinos, todo sob ataque dinamarquês. Nascido um nobre saxão, vê o seu pai ser morto por vikings e é como guerreiro dinamarquês, filho adotivo de Ragnar, que cresce e vê a sua vida. O seu pequeno reino, que deveria ter herdado do pai, é agora pertença do tio que só o quer ver morto. Ainda assim, Ragnar vive bem na sua nova pele e vê em Brida, também uma saxã criada por dinamarqueses, uma companheira para a vida.


 


Tudo muda na vida de Uhtred quando Ragnar e quase toda a sua família é morta num ataque surpresa a meio da noite. Com um rumor a correr de que fora ele próprio a matar a família que o adotou resta-lhe fugir e tentar provar a sua inocência. Acaba por se juntar a Alfredo, Rei de Wessex e que, apesar da sua doença crónica, mostra ter fibra para expulsar os dinamarqueses e unir toda a Inglaterra.


 


Uma bela série, com a marca Netflix, sobre o nascimento de Inglaterra e as invasões vikings à Grã-Bretanha, com aventura, algum humor e amor e batalhas fabulosamente filmadas.

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04.01.16





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