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Os Goldberg

Gosta dos anos '80? E de séries? Então tem de ver Os Goldberg. Absolutamente genial a forma como a partir das memórias individuais se inscreve uma série na memória coletiva, como a partir de um caso familiar se toca o coração de um geração, com todos os clichés e lugares-comuns que constroem um sentimento de partilha. Com um toque de humor e interpretações notáveis. Não se via nada assim desde Quem sai aos seus

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15.11.17

13

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Com a chancela de qualidade Netflix anda por aí 13 Reasons Why. As 13 razões a que o título se refere são as razões que levaram ao suícidio de Hannah Baker, personagem de ficção de uma pequena cidade norte-americana. Hannah, querendo que a sua voz se oiça após a sua morte deixa 13 cassetes (algo estranho para alguém de 17 anos) com gravações de episódios que criaram e aumentaram o seu desespero. Uma série aparentemente teen que mete o dedo em feridas como o suícidio, depressão, depressão, abuso sexual, bulling, cyberbulling e a eterna luta dos pais para compreenderem e ajudarem os filhos adolescentes. Uma série obrigatória para todas as idades e para a comprenesão da era em que vivemos. Nota para o elenco de luxo, quer nos adolescentes Hannah (Katherine Langford) e Clay (Dylan Minette) quer nos "adultos" Lainie (Amy Hargreaves), Olivia (Kate Walsh) ou Andy (Brian D´Arcy James). 

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19.05.17

Stranger Things (2016-)

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Stranger Things chegou ao Netflix português. E que gloriosa que é esta nova série. Nela, mergulhamos nos anos 80 e numa pequena cidade norte-americana, da qual o pequeno Will Byers desapareceu, sem deixar rasto. Em busca dele lança-se toda a cidade. Os três amigos nerds dele - Mike, Duncan e Lucas; a mãe, a enlouquecer de dor (Winona Ryder); o xerife Hopper (David Harbour) a braços com a perda da própria filha e com os seus vícios e Jonathan, irmão de Will que às tantas passa a contar com a ajuda de Nancy, irmã de Mike e rapariga perfeita lá do burgo. O pior é que este não é um desaparecimento comum como se percebe quando os três amigos de Will encontram Eleven, uma estranha rapariga de cabelo rapado que eles descobrem ter poderes e que adoptam como amiga e como arma na luta contra o tempo para encontrar Will. Afinal, parecem existir monstros um pouco por todo o lado e uma estranha secção do Governo que os estudava, com a ajuda de...Eleven. Genial a reconstituição dos anos 80, lembrando muitas vezes os filmes da época de Steven Spielberg e genial a construção do enredo até ao encontro final com o "monstro". Obrigatório ver.  

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18.07.16

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Penny Dreadful (2014- )

 


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Penny Dreadful leva-nos à Londres Vitoriana, época que muito aprecio. Mas leva-nos mais fundo. Até um mundo de espíritos, monstros e escuridão. E para combater tais perigos temos um curioso quarteto: um explorador rico; uma médium; um pistoleiro e um médico com gosto por experiências algo macabras. O ricalhaço é Sir Malcolm (Timothy Dalton, em tempos James Bond); a tal médium, bastante sofrida é Vanessa Ives (a bela Eva Green, amplamente conhecida); o pistoleiro é Ethan Chandler (o mais ou menos esquecido Josh Hartnett) e o médico é Victor Frankenstein (Harry Treadaway), esse mesmo, criador do famoso monstro. Com um ambiente pesado e soturno e sem medo de abusar do sangue e do sexo, Penny Dreadful é uma série viciante que se transforma num desfile de personagens clássicas como Dorian Gray, Van Helsing, vampiros ou lobisomens. Mas, nem sei bem como, esta mistura funciona. E muitíssimo bem!

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24.05.16

Mentes Criminosas: Sem Fronteiras


A nova etapa de uma série de culto tinha todos os ingredientes para ser arrebatadora. Mas não o é. Os diferentes contextos geográficos ofereciam um pano de fundo capaz de superar a já de si qualitativa versão original, mas os desempenhos são tremendamente fracos e as soluções dos casos sucedem-se demasiado depressa e sem qualquer profundidade psicológica dos criminosos, como nos habituámos a ver. Uma tremenda desilusão. 

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14.04.16

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Versailles (2015)

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Estreou-se na semana passada na grelha da RTP (o sinal aberto também tem séries de qualidade), Versailles.George Blagden, o padre Athelstan de Vikings, dá vida a um Luís XIV, de 28 anos, mais tarde conhecido como "Rei Sol", que sonha e concretiza Versailles. Numa pequena aldeia francesa, idealiza a construção de um palácio e jardins que simbolizem o seu poder e o poder de França e o proteja contra os atentados à sua vida. Pelo meio, claro, não faltam intrigas e muito erotismo.

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30.03.16

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The Last Kingdom (2015)

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Algures no Séc. IX, Uhtred procura o seu lugar na Inglaterra, então dividida em vários reinos, todo sob ataque dinamarquês. Nascido um nobre saxão, vê o seu pai ser morto por vikings e é como guerreiro dinamarquês, filho adotivo de Ragnar, que cresce e vê a sua vida. O seu pequeno reino, que deveria ter herdado do pai, é agora pertença do tio que só o quer ver morto. Ainda assim, Ragnar vive bem na sua nova pele e vê em Brida, também uma saxã criada por dinamarqueses, uma companheira para a vida.


 


Tudo muda na vida de Uhtred quando Ragnar e quase toda a sua família é morta num ataque surpresa a meio da noite. Com um rumor a correr de que fora ele próprio a matar a família que o adotou resta-lhe fugir e tentar provar a sua inocência. Acaba por se juntar a Alfredo, Rei de Wessex e que, apesar da sua doença crónica, mostra ter fibra para expulsar os dinamarqueses e unir toda a Inglaterra.


 


Uma bela série, com a marca Netflix, sobre o nascimento de Inglaterra e as invasões vikings à Grã-Bretanha, com aventura, algum humor e amor e batalhas fabulosamente filmadas.

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04.01.16

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Peaky Blinders (2013-)

 


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Estamos em 1919 em Birmingham, Reino Unido, poucos meses após o fim da I Guerra Mundial. Thomas Shelby (o inigualável Cillian Murphy), olhado e tratado com reverência nas ruas, foi e voltou da guerra, com medalhas e com ela – a guerra – ainda dentro de si. Lugares comuns à parte voltou mas ficou ainda nas trincheiras francesas. Para além da sua condição de ex-combatente, que partilha com a maioria das pessoas do seu bairro pobre, Thomas é o líder dos Peaky Blinders, um bando de criminosos que se distinguem pelas suas boinas com lâminas, sempre a postos para saírem das suas cabeças para a cara de quem lhes faça frente. E muitos fazem. Ora os ciganos Lee, ora a polícia, ora outros bandidos quaisquer, logo espancados sem piedade (arrepiante


 


No meio de crimes menores, uma gloriosa carga de armas chega à posse de Thomas que a resolve guardar. Com medo que tal saque caia nas mãos erradas, como as do IRA, um jovem Churchill (Andy Nyman), envia o polícia durão Campbell (Sam Neill) para pacificar a cidade e recuperar as armas. Como forma de enfraquecer a família Shelby por dentro, Campbell envia a espia Grace (a belíssima Annabelle Wallis) para tentar descobrir mais sobre os negócios escuros e sobretudo sobre o paradeiro das armas. E Grace passa a conhecer a Tia Polly (Helen McCrory) que geriu os negócios quando os sobrinhos estavam a lutar em França; Arthur (Paul Anderson), irmão mais velho mas sem a inteligência de Thomas e John (Joe Cole), irmão mais velho entre os adultos que é tão ingénuo como consegue ser violento.


 


E claro está, a espia apaixona-se pelo bandido que se apaixona de volta, ficando os dois com a visão toldada para as suas missões. Até que ponto, veremos na segunda temporada, ainda não disponível por cá.


 


Uma viagem à Inglaterra do pós-guerra e ao submundo de um crime, com regras mas com violência. A não perder. E sim, os Peaky Blinders existiram mesmo.

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05.11.15

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Netflix, uma adição

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O Nextflix chegou a Portugal. É certo e sabido que o streaming tomou conta do entretenimento e que cd´s e dvd´s são objetos do passado. Hoje em dia, nada se guarda em estantes (bem, os livros resistem e parecem estar a vencer os ebooks após um período de hesitação a que eu próprio cedi), tudo se ouve e vê de passagem. Com a música acontece com o Sportify e Apple Music e com os filmes e séries acontece com o Netflix, um pouco por tudo o mundo. A oferta do canal de streaming é forte e atacou Portugal com um argumento irresistível: um mês grátis para explorar séries e filmes, muitos deles e delas, produções próprias.


 


Um das bandeiras é Narcos, que conta a história de Pablo Escobar. A verdade é que todos sabemos por alto quem foi Escobar, um traficante de droga colombiano, com muitissimo dinheiro e ainda mais poder. Mas quantos de nós sabem mais? Da sua história familiar? Do seu começo? Do seu lado “bom”? Das suas ambições políticas que, quando desfeitas o transformaram num homem ainda mais violento? É toda a história de Escobar que conhecemos em Narcos, uma das séries do ano.


 


Wagner Moura, o protagonista de Tropa de Elite, é Pablo, que começa como um traficante, junto ao primo Gustavo (Juan Pablo Raba). Um dia, um traficante de droga, em fuga do regime de Pinochet, propõe-lhe usar as suas rotas de contrabando para fazer chegar cocaína aos EUA. E a vida de Escobar muda. Os lucros rapidamente se transformam em milhões e milhões se como se diz, a certa altura, o dinheiro era tanto que largos milhões foram enterrados um pouco por toda a Colômbia. E a série parte da ascensão de Pablo para mostrar como funcionava o submundo da droga nos anos 80 e 90, sob a narração de Murphy (Boyd Holbrook), um agente da DEA, obcecado pela captura de Escobar e pela pacificação do país. Ficamos a conhecer a importância que Escobar dava à família e amigos e forma genuína como gostaria de ajudar o seu povo. A sua intenção era ser presidente mas a exposição da origem do seu dinheiro não o deixou, apesar do amor do povo. E esse foi o ponto de viragem. A Colômbia passou a ser o seu campo de batalha, começando uma matança de polícias, rivais e inocentes. Crua e violenta, a série Narcos faz um retrato das origens da globalização da cocaína.


 

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30.10.15

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The Last Man on Earth (2015)

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Phil (o genial Will Forte de SNL e de Nebraska) está sozinho no mundo. Nós, meros espetadores, sabemos apenas que um virús ter sido mortal para quase toda a espécie humana. Ele, figura central da comédia The Last Man on Earth, não sabe muito mais e parece pouco importar-se. Como tira-teimas, pega numa caravana e percorre os EUA, em busca de uma alma que seja. Não encontra. Mas, da sua tour americana, leva várias recordações, como a Declaração de Independência ou alguns dos quadros mais famosos do mundo.


Feita a volta de reconhecimento, Phil regressa a casa – Tucson, Arizona. É lá que passa a viver, ocupando uma mansão, tendo os mais estranhos passatempos e os mais estranhos amigos – uma coleção de bolas com olhos, piscando, declaradamente, o olho a O Naufrago.


Mas, ao contrário do que pensa, Phil não está sozinho no mundo. Vão-lhe aparecendo outros sobreviventes. The Last Man on Earth é uma comédia genial a não perder.

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15.04.15





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