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Com a chancela de qualidade Netflix anda por aí 13 Reasons Why. As 13 razões a que o título se refere são as razões que levaram ao suícidio de Hannah Baker, personagem de ficção de uma pequena cidade norte-americana. Hannah, querendo que a sua voz se oiça após a sua morte deixa 13 cassetes (algo estranho para alguém de 17 anos) com gravações de episódios que criaram e aumentaram o seu desespero. Uma série aparentemente teen que mete o dedo em feridas como o suícidio, depressão, depressão, abuso sexual, bulling, cyberbulling e a eterna luta dos pais para compreenderem e ajudarem os filhos adolescentes. Uma série obrigatória para todas as idades e para a comprenesão da era em que vivemos. Nota para o elenco de luxo, quer nos adolescentes Hannah (Katherine Langford) e Clay (Dylan Minette) quer nos "adultos" Lainie (Amy Hargreaves), Olivia (Kate Walsh) ou Andy (Brian D´Arcy James). 

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19.05.17

Stranger Things (2016-)

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Stranger Things chegou ao Netflix português. E que gloriosa que é esta nova série. Nela, mergulhamos nos anos 80 e numa pequena cidade norte-americana, da qual o pequeno Will Byers desapareceu, sem deixar rasto. Em busca dele lança-se toda a cidade. Os três amigos nerds dele - Mike, Duncan e Lucas; a mãe, a enlouquecer de dor (Winona Ryder); o xerife Hopper (David Harbour) a braços com a perda da própria filha e com os seus vícios e Jonathan, irmão de Will que às tantas passa a contar com a ajuda de Nancy, irmã de Mike e rapariga perfeita lá do burgo. O pior é que este não é um desaparecimento comum como se percebe quando os três amigos de Will encontram Eleven, uma estranha rapariga de cabelo rapado que eles descobrem ter poderes e que adoptam como amiga e como arma na luta contra o tempo para encontrar Will. Afinal, parecem existir monstros um pouco por todo o lado e uma estranha secção do Governo que os estudava, com a ajuda de...Eleven. Genial a reconstituição dos anos 80, lembrando muitas vezes os filmes da época de Steven Spielberg e genial a construção do enredo até ao encontro final com o "monstro". Obrigatório ver.  

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18.07.16

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Marco Polo (2014)

 


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 Marco Polo foi um aventureiro comerciante veneziano que conheceu a cultura mongol como nenhum outro na sua época. A nova superprodução Netflix, uma das mais caras de sempre, oferece uma versão mais colorida e livre das aventuras do jovem italiano. Aqui Polo é deixado na corte pelo pai em troca de um livre-trânsito para fazer negócio na Rota da Seda.


Inteligente e com uma visão única da realidade, o jovem torna-se numa peça-chave na política de Kublai Khan, neto do grande Gengis e soberano mongol, à beira de conquistar a China. "Relata o que vês, da forma como o vês" é a forma como o "Khan dos Khans" se dirige, com frequência, ao "Latino". É a sua visão europeia que Khan procura, pelo menos até perceber que Polo é, afinal, um dos seus mais inteligentes subditos, superando até, em estratégia e análise política, o próprio filho e herdeiro - Jingam.


 


Com intriga, sexo, batalhas e um rol de personagens interessantes muito à Game of Thrones; cenários e coreografias à O Tigre e o Dragão, este Marco Polo é uma das boas surpresas da época.

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19.01.15

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Tyrant (2014)

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Barry parece ser um homem feliz. Afinal, tem uma família bonita e uma carreira de sucesso. Mas, Barry nasceu Bassam, filho de um ditador do médio oriente. Após 20 anos de ausência aceita regressar para o casamento do filho. Leva consigo a mulher e os filhos para conhcerem o contraste entre o luxuoso palácio onde cresceu e a realidade crua das ruas. A súbita morte do pai e a personalidade algo psicopata do irmão, novo líder, fazem com que se mantenha naquela terra que já não é a sua mas onde só ele pode dar um conttributo positivo em nome da família.


 


Uma série interessante com toques de uma Homeland light e com um elenco interessante onde se destacam Adam Rayner (Barry); Jennifer Finnigan (mulher de Barry); Ashraf Barhom (irmão) e as belas e talentosas Moran Atias (mulher do irmão e paixão de juventude) e Sibylla Deen (mulher do sobrinho).

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12.01.15

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Gotham (2014)

 


 


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Depois da triologia de C. Nolan seria de prever que ninguém, tão cedo, se atrevesse a pegar no universo Batman. Afinal, não é bem assim. B. Affleck prepara-se para ser o herói (há vida depois de C. Bale?) e estreou-se uma nova série: Gotham. Com um visual negro (à lá Frank Miller é que era mesmo a matar), quer contar a história de Gotham antes de Batman. Apresenta o pequeno Bruce Wayne (David Mazouz, revelação de Touch) a assistir à morte dos pais e a contar com a ajuda de James Gordon (Ben McKenize regressado dos mortos, sete anos após o fim de O.C.) para apanhar os maus. O interesse maior (único?) é ver o passado das personagens que tão bem conhecemos como Pinguin, Joker, Catwoman ou Poison Ivy.

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14.11.14

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Forever (AXN)

 


Mesmo sendo um seriófilo, não é fácil que uma série me prenda, me conquiste e me faça fã. Aconteceu com House, Mentes Criminosas, Elementar ou Crossing Lines. A esta lista, toda ela mais recente, junta-se este Forever, que às segundas-feiras alimenta de qualidade o serão do AXN. Henry anda sobre a terra, morrendo e ressuscitando há 200 anos, sem compreender porquê, salvando vidas, obsecado com a sua estranha condição, e vivendo amores de perdição. 

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30.10.14

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Walking Dead, parte 5

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 Estamos em época de regressos. Após Homeland, regressa hoje Walking Dead. A parte 4 da série de zombies terminou com Rick e companhia presos no Términus, suposto paraíso no meio da terra dos mortos-vivos onde, afinal, os humanos sobreviventes não são assim tão bem recebidos. A narrativa continua a arrastar-se com os nossos heróis, temporada após temporada, a irem de sítio em sítio, tentando sobreviver aos milhões de zombies, desejosos de os comer. Após a prisão na quarta temporada, temos agora este Términus. A única coisa que faz com que se continue a ver a série é a curiosidade de perceber o que despoletou este vírus mundial. Desconfio é que, nunca saberemos. De resto, já sabemos que uns personagens vão sendo apanhados pelo inimigo e que novos vão aparecendo, numa versão chata e desgastada de Lost.

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13.10.14

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Sellfridges, parte 2

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Sem interrupções sentidas em Portugal, Jeremy Piven e companhia regressaran à Fox Life para a segunda série de Mr. Sellfridge, visionário criador dos armazens londrinos. Nesta season, encontramos a loja com cinco anos de sucesso e um staff que adora o patrão e até lhe presta uma homenagem no primeiro episódio. Mesmo com incontáveis amantes, o protagonista continua a sentir-se só, sem a família, longe de Londres. As personagens amadureceram, novas apareceram e começa a cheirar à primeira Guerra Mundial. Sellfridge tinha tudo para ser uma série descartável mas a sua leveza mostra que se sabe colocar no seu lugar, não querendo ser mais do que mediana, tornando-a honesta e visível.

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10.10.14

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Homeland, parte 4

 


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Homeland (Segurança Nacional no nosso país) está de regresso. Brody, que deixámos pendurado pelo pescaço no fim da série anterior, já não mora aqui, e Carrie, mãe de uma filha que está à guarda da família, continua igual a si própria: luta contra a sua doença mental e luta contra os inimigos da pátria americana. Na primeira série, Brody, herói regressado de um longo calvário afegã, mostra-se, afinal, um infame traidor (ou não?) que Carrie quer parar mas pelo qual se apaixona loucamente. Na segunda, Brody cai em si e muda-se para o lado dos bons, ou seja dos States e na terceira, sabe-se lá porquê, muda-se para um prédio/país na América do Sul (ao género de The Raid) até encontrar a sua perdição. Após esta terceira época ao lado, os primeiros episódios de Homeland prometem o regresso ao terreno e ao terrorismo. Carrie é a nova Jack Bauer.


PS: Veremos como é o regresso de Brody e em que moldes. Quem acredita que ele morreu mesmo?

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10.10.14

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Mr. Sellfridge (2014)


 


Parecia daquelas séries leves que, ao terceiro episódio perde a graça. Ao oitavo ainda me agrada. Não será a melhor série do ano mas, este Mr. Sellfridge é muito interessante. O senhor do título, interpretado por Jeremy Piven, conhecido mas um ator de segunda, foi um americano que, em 1906 se mudou para Londres e por lá abriu o Sellfride & Co, hoje mais conhecido como Sellfridges.


 


Com a sua personalidade inovadora e irrequieta, Harry Gordon Sellfridge transformou um terreno baldio na Oxford Street num armazém de sucesso e a zona numa das mais procuradas da capital inglesa. Até à altura, os produtos estavam guardados, longe da vista dos clientes. Sellfridge quis expô-los e coloca-los de forma espampanante aos olhos dos clientes, de modo a que eles comprassem não só que precisavam mas também aquilo que nem sabiam que queriam.


 


Em paralelo, Sellfridge luta contra o fantasma do pai; tenta agradar à mulher, que adora, mesmo tendo vários casos. Num segundo plano, as hist´prias dos seus empregados ganha volume. Interessante.

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24.09.14





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