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Rick and Morty, o triunfo do filho sobredotado d´Os Simpsons

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Em 1989 nasceu um extraterrestre no panorama audiovisual norte-americano. The Simpsons (quem não conhece, pelo menos, o tema musical do genérico?), saídos da cabeça de Matt Groening, inauguraram uma era na qual os desenhos animados não eram para as crianças, mas sim para os adultos. Por um lado, o desenho não tem os limites da vida real, tornando exequível as cenas mais loucas e por outro, tinha piada (e continua a ter) ter sarcasmo e humor negro a sair da boca de um desenho animado, conotado, ainda hoje, como sendo para um público infantil. Os bonecos amarelos da cidade americana de Springfield são uma instituição da cultura Pop e duram até hoje. O pai estúpido, glutão e bêbado, Homer; a mãe, eximia dona de casa e um doce de senhora; a filha, Lisa, marrona e sempre ponderada; o filho Bart, o mais rebelde entre os rebeldes e Maggie, a eterna bebé, tornaram-se em personagens reconhecidas em todo o mundo e até hoje, replicadas em milhões de produtos de merchandising.

Groening teve descendência. E não foi pouca. Em 1991, nasceu The Ren & Stimpy Show, no qual um inteligente chihuahua e um gato estúpido viviam aventuras, sempre extremamente escatológicas e gráficas. Apelavam à rebeldia infantil mas tinham camadas, apreendidas apenas pelos mais velhos. Em 1997, um ano depois do desaparecimento de The Ren & Stimpy Show, nasceu South Park, que também prospera até hoje, mas foi sobretudo popular nos primeiros cinco anos. Aqui, vamos até ao Colorado, viver o dia-a-dia de um grupo muito peculiar de estudantes Stan Marsh, Kyle Broflovski, Eric Cartman e Kenny McCormick. Em South Park, o sarcasmo, a ironia e claro, o vernáculo, ganharam nova dimensão.

Em 1998, chegou Family Guy, o filho mais bem-sucedido d´Os Simpsons e aquele que gera mais comparações, afinal o núcleo é em tudo semelhante ao do seu “pai”. Crido por Seth McFarlane (que nos daria depois Ted e Mil e Uma Maneiras de Morrer no Oeste), retrata uma família que vive as mais corrosivas aventuras, muitas delas lideradas por Stewie, um bebé maquiavélico, que fala com sotaque inglês e que só é entendido pelo cão Brian, esse sim, compreendido por todos. Numa mistura do mais fino humor negro com as piadas mais básicas, Family Guy cedo conquistou o público, tendo durado até este ano e tendo mesmo direito a spin-offs como The Cleveland Show (2009-2013) sobre uma personagem secundária. Em 2005, do mesmo criador, chegou American Dad, que voltava a mostrar as desventuras de uma família americana, mas desta vez o pai era um agente secreto.

A gloriosa estrada dos desenhos animados para adultos (não esses) conta ainda com BoJack Horseman (2014-?) no qual Will Arnett dá vida a um cavalo rico e entediado com a vida, que vive da fama do passado. Da galeria de notáveis constam ainda Archer (2009-?) ou F Is For Family (2015-?).

Tudo isto para chegar aquele que para mim é um filho sobredotado de The Simpsons. Rick and Morty, que começou em 2013, conta as aventuras de avô e neto. O avô, Rick, é um cientista louco que se muda para a casa da filha após ficar sozinho no mundo. O neto, Morty, pouco inteligente e corajoso, torna-se no seu ajudante (pau para a toda a obra). O estranho duo passa a vida em dimensões alternativas, às quais acedem através de um portal que Rick vai abrindo, com facilidade e sem ligar muito às consequências.

Rick é um velho sem noção ou preocupação com limites e sem grande respeito por ninguém. Já Morty é o típico miúdo mal tratado na escola e que precisa de um escape. Encontra-o com o avô. Quem não tem nada a ver com o assunto e é puxado na mesma com a ação são Summer, irmã mais velha de Morty, cujo apaixonado é congelado e partido por Rick logo no episódio; Jerry, o pouco brilhante genro de Rick e Beth, a doce filha de Rick.

O humor completamente único de Rick & Morty está cheio de pormenores e subtexto e oferece personagens e episódios que se tornam imediatamente clássicos, como Meeseeks and Destroy (I´m Mr. Meeseeks, look at me!!!!) ou Mr. Poopybutthole, baleado por engano por Beth e que pede que a enfermeira diga à família que tem pena que "They never had any bad memories of him."

Outras quotes que conquistaram os fãs são a de Morty, “Nobody exists on purpose. Nobody belongs anywhere. We're all going to die. Come watch TV” ou as de Rick, “You're young, you have your whole life ahead of you, and your anal cavity is still taut yet malleable” ou "Wow, I really Cronenberged up the whole place, huh Morty? Just a bunch a Cronenbergs walkin' around."

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10.10.17

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The Handmaid´s Tale

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Já tinha namorado o livro e já tinha ouvido falar (bem) da série mas o domínio de The Handmaid´s Tale na noite dos Emmys, despertou-me ainda mais a atenção. Comecemos pelo início. A História de uma Serva, de 1985, escrito por Margaret Atwood, descreve um mundo alternativo onde extremistas religiosos derrubaram o governo dos EUA e os transformaram em Gileade, um estado fundamentalista, no qual todas as mulheres férteis - Servas - são obrigadas a gerar filhos para a elite. Segundo a classe dominante, Deus castigou a Humanidade com infertilidade e o sexo é agora, uma cerimónia na qual a Serva é penetrada pelo seu senhor, enquanto é agarrada pela mulher deste. As Servas, formadas numa escola fundamentalista por uma sombria figura - Tia Lydia - têm direitos restritos e obrigações vastas.

No centro da história está uma Serva, Offred, que deve ter um filho do seu amo e manter uma vida recta, baseada nos ensinamentos bíblicos. Mas, as memórias da sua vida anterior continuam a ocupar-lhe a cabeça. Memórias da vida com o marido e a filha e tempos que parecem condenados a não mais voltar.  A adaptação para televisão conta com Elisabeth Moss (a valente e brilhante Peggy de Mad Men) como Defred e com Joseph Fiennes como seu amo. Outros como Yvonne Strahovski (Chuck) como a triste e vingativa mulher de Fiennes; Max Minghella (Ágora, Nos Idos de Março, A Rede Social ou Os Estagiários) como motorista ou as servas Alexis Bledel (Gilmore Girls) e Samira Wiley (Orange is the new Black) também estrelam a série.

 

 

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20.09.17

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Os Defensores

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Depois do sucesso das duas temporadas de Daredevil e uma de Jessica Jones, Lucas Cage e Iron Fist, a Marvel e a Netflix baralham e voltam a dar, juntando os quatro heróis em torno de uma causa comum: derrotar a maléfica Mão, uma associação criminosa da qual já tínhamos ouvido falar mas que não conhecíamos a fundo. O advogado cego mas danado para a pancada Daredevil (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter) a investigadora privada com mau feitio e força sobre-humana; Lucas Cage (Mike Colter), um homem capaz de resistir a balas e a quase tudo e Iron Fist (Finn Jones), herdeiro de uma fortuna gigantesca e desparecido durante anos para ser treinado para ser o Punho de Ferro, derradeiro defensor de K´Un Lun, uma terra mística. Em Defensores, conhecemos Alexandra (Sigourney Weaver), uma figura misteriosa mas que percebemos ter um grande poder e idade, mais até do que “mauzões” que conhecíamos até aqui, como Madame Gao (Wai Ching Ho) ou Bakuto (Ramon Rodriguez). Alexandra, que se mantém viva há centenas de anos, consegue trazer à vida Elektra (Elodie Yung), ex-namorada de Daredevil, transformando-a numa arma contra o grupo de heróis que não vê alternativa se não juntar-se e combater o crime, nesta nova forma.

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18.09.17

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Narcos, pós-Escobar

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É bem verdade que desde segunda-feira, o regresso mais esperado, em termos de séries, é do de Game of Thrones. Mas a temporada 8 só chegará, na melhor das hipóteses, no fim de 2018. Para chegar estão ainda os novos volumes de êxitos estrondosos como Walking Dead ou Stranger Things. Mas poucas séries despertarão tanto a curiosidade como Narcos, sobretudo na sua temporada 3, que estreia amanhã em todo o mundo. As duas primeiras temporadas debruçavam-se sobre Pablo Escobar que o brasileiro Wagner Moura, genialmente, trouxe à vida. Mas, com a morte do mítico traficante do fim da última temporada, surpreendeu que a série não morresse também. Na nova temporada, a ação passa de Medellín para Cali, onde se desenvolveu um novo e poderoso Cartel. Um dos novos vilões, será interpretado pelo português Pêpê Rapazote. Na terceira temporada, o foco deixa de estar em Medellín e passa para Cali e para o seu Cartel.

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31.08.17

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Bloodline

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É longa a tradição das séries de televisão retratarem núcleos familiares. Quer para a comédia – Quem Sai aos Seus, Uma Família Muito Moderna, Adultos à Força ou O Príncipe de Bell Hair – quer (e sobretudo) para o drama – Sete Palmos de Terra, Irmãos e Irmãs ou Revenge. Bloodline é mais uma da linhagem, caindo muito mais na categoria de drama. Conta a história da família Rayburn, dona de um empreendimento turístico, conhecido e reconhecido numa pequena cidade da Florida. A família tem o respeito da região, a quem trouxe emprego e alguma riqueza. Aos comandos da família está Sally (Sissy Spacek) e Robert (Sam Shepard). Para assistirem à homenagem local que vai ser feita aos pais, os filhos reúnem-se para o dia especial. Três deles vivem perto. John (Kyle Rayburn) é detetive na polícia local e respeitado pela sua comunidade; Meg (Linda Cardellini) é advogada e trata dos assuntos da família nesse campo e Kevin (Norbert Leo Butz) é o mais novo, com alguma tendência para beber de mais e ser impulsivo mas com um negócio próprio de reparação de barcos. O problema é Danny (Ben Mendelsohn), eterna ovelha negra da família, que parece só voltar a casa quando está em sarilhos. E será o regresso definitivo de Danny à cidade que precipitará a família para grandes problemas. Em pouco tempo, Robert morre e Danny começa a dar-se com o velho amigo Eric (Jamie McShane), um ladrão de meia tijela. Daí até conhecer bandidos de maior calibre, vai um pequeno passo. Até que ponto pode a família proteger-se e o que fará para proteger o seu núcleo duro? Com um elenco de luxo, ficamos agarrados à história dos Rayburn e de todos os que os rodeiam, desde as mulheres e namoradas, até a amigos mais distantes que não são o que parecem. 

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29.08.17

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Broadchurch

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Uma pequena cidade inglesa costeira, que vive do turismo, acorda em choque com a morte do pequeno Danny, de 11 anos. O choque intensifica-se rapidamente quando se percebe que o rapaz foi assassinado e que o assassino anda à solta, possivelmente ainda na cidade. O caso fica nas mãos de Alec Hardy (David Tennant, o vilão de Jessica Jones e um dos Dr. Who), um experiente detetive, recém-chegado à comunidade e sem dar grandes mostras de querer ganhar concursos de simpatia e de Ellie (Olivia Colman), uma detetive local, com ligações emocionais à vítima e a toda a cidade. Ao longo de oito episódios (primeira série) de cerca de 45 minutos, os dois detetives tentam encontrar o culpado, sem que antes esbarrem em milhentos segredos dos habitantes locais, nem todos importantes para a investigação mas obscuros o suficiente para merecer um segundo olhar. Ao mesmo tempo, Alec e Ellie têm os seus próprios problemas. Alec tem um problema de saúde, uma relação distante com a filha e um caso relativamente semelhante que ficou por resolver e o assombra. Já Ellie tenta manter uma relação normal com o marido e sobretudo com o filho, tido como o melhor amigo de Danny enquanto tenta convencer o seu novo chefe de que é uma profissional capaz. Para além da carga policial, a série está cheias de pequenos núcleos com as suas próprias histórias. A família de Danny, destruída, composta pela mãe Beth (Jodie Whittaker), em busca de resposta para a sua dor; o pai, Mark (Andrew Buchman), um canalizador que tenta aos poucos voltar a uma vida normal e esconder o seu caso com a dona de um hotel local, Becca (Simone McAullay) e a irmã Chloe (Charlotte Beuamont) que não aguenta a pressão de ser apenas a “irmã de um miúdo morto” e se refugia no namorado Dean (Jacob Thomas, o Grey Worm d`A Guerra dos Tronos). Sendo sempre o crime, o centro da ação, há espaço para a história (complexa) de muitas outras personagens. A ver.

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28.08.17

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White Gold

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Do cluster criativo que escolheu o Netflix para se expressar, chega-nos agora White Gold, uma comédia instalada no Essex de 1983. Nele, Vincent Swan (Ed Westwick, famoso por ser figura de destaque em Gossip Girl), é um "pintas", com pouca vontade de trabalhar e muita de ganhar dinheiro. Com boa aparência e falinhas mansas, consegue vender tudo a todos. Está agora à frente do negócio da venda de venda de alumínio para janelas, substituindo a madeira que então era usada. Este é o ponto de partida para que Vincent faça uma ambiciosa escalada rumo à riqueza fácil, contando com a ajuda de dois outros comercais estarolas, Fitzpatrick (James Buckley) e Lavender (Joe Thomas); da mulher Sam (Linzey Cocker) e do patrão (que manda menos do que Swan) Tony (Nigel Lindsay). Uma comédia pouco profunda mas muito divertida. 

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25.08.17

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Atypical

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A Netflix não baixa a guarda e continua a produzir séries de qualidade, a um ritmo impressionante. A Portugal acaba de chegar mais um original – Atypical. Sam (Keir Gilchrist) é um jovem autista norte-americano de 18 anos. A sua condição é um desafio constante que faz com que toda a família viva em função dele. A irmã mais nova, Casey (Brigette Lundy-Paige), que anda na mesma escola olha por ele no dia-a-dia; a mãe, Elsa (Jennifer Jason Leigh) parou de viver para se dedicar a ele a cem por cento e o pai, Doug (Michael Rapaport) faz o que pode para ajudar o filho, não esquecendo a filha. E, apesar de tudo isto, esta é uma série de comédia. E das boas. Das melhores nos últimos tempos. Ter alguém extremamente inteligente e que entende tudo o que lhe é dito de forma absolutamente literal, a conviver com o mundo tem, por si só, grande valor humorístico como se prova há nove temporadas com Sheldon Cooper. Sam não sabe o que dizer ou fazer com outras pessoas e prefere sempre fechar-se no seu mundo, onde o amor aos pinguins, à natureza e à rotina reinam. Mas quando começa a ver Julia (Amy Okuda), uma nova psicóloga, começa a ter vontade de ousar e até de arranjar uma namorada. À medida que Sam se tenta tornar mais independente, a família começa a pensar em si, nem sempre com os melhores resultados. A irmã, atleta, pensa na sua carreira e os pais, começam a desenvolver interesses românticos, mesmo que não sejam…um pelo outro.

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23.08.17

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Breaking....Ozark

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O melhor elogio que se pode fazer – e tem-se feito – a Orzak é compara-lo a Breaking Bed (2008-2013). Em Breaking Bad, Walter White (Brian Cranston) era um professor de química que após descobrir uma doença terminal se juntava a um criminoso local de meia tijela, Jesse (Aron Paul), para criar um império de fabrico e venda de metafentaminas. O que levou White a entrar no jogo foi a vontade de deixar uma boa almofada financeira para a família mas acabou por continuar pelo poder e pelo prazer que lhe dava fintar uma parada de vilões, enquanto se escondia à vista, incluindo do cunhado Hank (Dean Morris), agente da DEA.

Marty Byrde (Jason Bateman que realiza quatro dos dez episódios da primeira temporada) não tem nenhuma doença ou vontade de fabricar e vender drogas. O seu negócio passa pela lavagem de dinheiro. Se, durante anos, o faz no seu escritório de boa reputação em Chicago, uma desconfiança de Del (Esai Morales), representante do segundo maior cartel de droga do México, faz com que todos os seus colegas acabem mortos. Marty compra a sua vida com a ideia peregrina de passar a lavar o dinheiro do cartel, mais depressa e sozinho, nas imediações do lago Orzak, algures num Missouri repleto de rednecks.

Com o consentimento de Del, Marty e a família mudam-se. Wendy (Laura Linney), mulher de Marty que estava a ter um caso antes da mudança; Charlotte (Sofia Hublitz), uma bela e confusa adolescente e Jonah (Skylar Gaertner), o mais novo da família vêm-se a morar na bela e barata casa de Buddy (Harris Yulin), um velho a morrer, o que baixou e muito o valor da propriedade. Tal como em Breaking Bad, quando tudo parece correr bem, corre mal. Marty pretende lavar dinheiro, comprando negócios locais. O primeiro, um empreendimento turístico de segunda, não traz mal ao mundo mas o segundo – um bar de striptease e o terceiro – a construção de uma igreja, são, sem que Marty saiba, pontos de contacto com uma sinistra família.

Os Snell, donos da região há várias gerações não vão tolerar a chegada de Marty e mesmo pressentindo o poder de quem ele representa vão retaliar. Não menos perigosa, parece ser a presença do FBI na cidade, através do agente Roy (Jason Butler). Sem esquecer, os ladrõezitos Langmore, cujo irmão mais proeminente está preso mas na filha Ruth (Julia garner) uma herdeira à altura, na inteligência e maldade.

Cabe a Marty como coube a Wlater, desviar-se de todos os perigos, sendo mais inteligente do que todos, a bem da preservação da família. E de alguns milhões de dólares.

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24.07.17

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O Rancho

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Por vezes, a simplicidade é tudo o que faz falta a uma boa série de televisão. Em O Rancho, já na terceira temporada, acompanhamos o dia-a-dia de uma família numa pequena cidade do Colorado. Colt (Ashton Kutcher) é um jogador de futebol americano falhado que regressa às suas origens para ajudar no rancho do pai. O pai, Beau (Sam Elliott) é um velho casmurro que não tem grande talento para demonstrar amor pelos filhos ou por algo que não sejam vacas (vivas ou mortas) e whiskey. Ao seu lado, Colt tem Rooster (Danny Masterson), seu irmão e eterno gozão e a mãe, Maggie (Debra Winger), separada do pai e dona do único bar da cidade, onde os filhos insistem em beber muito e pagar pouco. Para além dos desafios do núcleo familiar, Colt ainda tem que se dividir entre Abby (Elisha Cuthbert), o seu amor de sempre, que abandonou para ir atrás dos seus sonhos e Heather (Kelli Goss), uma “loiraça” bem mais jovem. Uma comédia eficaz com muito mais conteúdo do que parece à primeira vista.

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18.06.17





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