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A Casa de Papel

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Recomendada no “boca-a-boca” há muitas semanas, só agora me dediquei a esta série espanhola, disponível no Netflix. Antes de mais, tecnicamente, nada deve às melhores séries norte-americanas. Está muito bem filmada, muito bem escrita e repleta de atores de grande qualidade. A história é a de um assalto que promete ser um dos maiores de sempre a nível mundial. Um grupo propõe-se a assaltar a Casa da Moeda espanhola. Por trás de tudo, o cérebro. Uma misteriosa personagem conhecida simplesmente como Professor reúne um grupo de criminosos com vários perfis. Fechados cinco meses numa casa para estudarem o plano em pormenor, o grupo só se conhece por nomes de código (nomes de cidades, de Tóquio a Rio, passando por Berlim). O problema é que até o plano mais detalhado, pode esbarrar na realidade. Viciante.

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24.01.18

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The End Of The F***ing World

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James (Alex Lawther) é um adolescente inglês. Vive apenas com o pai e sente ser um psicopata. De facto, não tem sentido de humor, não sente empatia e diverte-se a matar animais. É quando decide experimentar a sensação de matar “algo maior” que lhe aparece à frente Alyssa (Jessica Barden), colega de escola, revoltada como qualquer adolescente e com vontade de viver aventuras. O estranho par junta-se, com perspetivas bastante diferentes da relação e acaba por fugir de carro, rumo a uma aventura, sangrenta mas bastante divertida. Uma descoberta e uma bela metáfora sobre os contragimentos sociais. 

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11.01.18

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Peaky Blinders, tomo 4

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Volto a Peaky Blinders, série sobre a qual já aqui tinha escrito. A quarta temporada acaba de sair do forno (infelizmente, arrumada com apenas seis episódios) e vem confirmar a evolução da trama e da própria produção. Se Tom Hardy já se tinha juntado ao elenco na temporada transata, nesta mantem-se e ainda dá as boas vindas a Adrien Brody, como um mafioso italo-americano com tiques óbvios de Padrinho mas que funciona bem. Mas façamos rewind. Aqui estamos em Birmigham, nos anos 20. Tommy (Cillian Murphy) é o líder da família Shelby. Outrora destacada pelo controlo das apostas, a família foi crescendo, graças ao rasgo de Tommy, até uma posição na qual detém várias fábricas em Inglaterra e uma delegação nos EUA. Entre os negócios dos Shelby até existem agora os que são honestos. Tommy é agora um homem ainda mais só, com a cabeça na I Guerra Mundial, sempre que tem tempo para pensar e com a família contra ele por acontecimentos da quarta temporada. Mas o passado volta para se vingar e a família é obrigada a unir-se para sobreviver. Luca Changretta (Brody) filho de um mafioso italianos morto por Arthur (Paul Anderson) irrascível irmão de Tommy chega a Inglaterra para vingar o pai. Seguindo a sua própria tradição, promete matar toda a família Shelby. Enquanto isso, Tommy tem que lutar contra os sindicatos recém-criados e inspirados pela revolução bolchevique para tentar manter os seus negócios a funcionar e tem que fazer vários jogos de sedução e intrigas de bastidores. Entre as novas aparições, para além de Brody, temos Jessie Eden (Charlie Murphy), a jovem comunista que organiza greves e por quem Tommy se encanta; Aberama Gold (Aidan Gillen, célebre pelo seu papel maquiavélico em Game of Thrones), líder cigano contratado por Tommy para ajudar na "guerra" contra os italianos e Bonnie Gold (Jack Rowan), filho de Aberama e prodígio no boxe. As velhas personagens evoluiram e marcam presença como Arthur, na sua luta entre ser um bom cristão e pai como a mulher quer ou ser o gangster louco e violento de sempre; Polly (Helen McCrory), a tia de Tommy e seu braço direito, agora em contacto com o seu lado cigano e místico e Ada (Sophie Rundle), regressada da filial americana para se unir à luta.  Peaky Blinders continua a ser uma obra-prima de recriação histórica, com interpretações superiores e finais de temporada que não param de causar ansiedade aos seus fãs.

 

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03.01.18

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Manhunt: UNABOMBER

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Depois do fabuloso Mindhunter, já aqui dissecado, a Netflix volta a olhar para histórias verídicas no FBI, nas quais, é feito trabalho inovador para apanhar serial-killer. Desta vez, estamos a meio dos anos 90 e as forças federais dos EUA ainda estão longe de apanhar o UNABOMER (bombista de universidades e companhias aéreas, entre outros alvos). No centro da trama está Fiz (Sam Worthintgon), antigo polícia de giro que graças ao seu esforço e perseverança se forma como melhor profiler da sua turma no FBI. É logo chamado para a brigada que procura o terrorista e torna-se parte central na sua captura. Do outro lado está um fabuloso Paul Bettany como Ted Kaczinski, o matemático genial que se revolta contra o que acredita ser a subjeção da humanidade à inovação e à forma como a tecnologia não serve o Homem mas o escraviza. Ao longo de 17 anos, Ted, provocou mortos, feridos e o terror nos EUA, enquanto vivia como um eremita numa pequena cabana, longe de todos. Apenas Fitz conseguiu perceber quem era (o seu nome não estava sequer na lista inicial de 15 milhões de suspeitos) e como apanha-lo.

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31.12.17

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Black Mirror

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Acaba de chegar ao Netflix em Portugal a quarta temporada de Black Mirror, uma das melhores e mais originais séries dos últimos anos. A cada episódio (de cerca de uma hora), uma história independente, sempre bem interpretada por atores de primeira linha, que vira o espelho para a sociedade atual e para os perigos do uso excessivo de tecnologia, para a saúde física e mental e sobretudo para a noção do ridículo. Por exemplo, a primeira temporada, composta por apenas três episódios mostra como o Primeiro-ministro inglês é obrigado a fazer sexo com um porco em direto na televisão nacional para que um membro da Família Real seja libertado pelo seu raptor, num reality show extremo onde o homem que faz o sacrifício acaba por se tornar no ser mais desprezível. Na mesma temporada, vemos um mundo onde o dia-a-dia da humanidade passa por pedalar em ginásios todo o dia para produção de energia para as elites. Aqui, a gordura é desprezível e aqueles que conseguem 15 milhões de pontos podem entrar num concurso de talentos e com sorte passarem a ser estrelas de obscuros canais online, que os “pedaleiros” usam para se distrair enquanto pedalam. É o derradeiro “feel bad show”, com temas atuais que nos obrigam a ver ao espelho e a nem sempre gostarmos do que vemos. Com o passar dos anos, as temporadas ganham mais episódios e ainda maiores estrelas.

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29.12.17

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Mindhunter

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Chama-se Mindhunter é um sucesso (mais um) do Netflix. Na série, vamos até aos anos 70, onde uma equipa do FBI entrevista e analisa autores de crimes horrendos. O pressuposto é que ao conhecer-se a mente e a forma de atuar deste tipo de criminosos – muitíssimo inteligentes, minuciosos e com uma certa vaidade pela sua “obra” – o FBI pode ajudar a mais rapidamente resolver casos e quem sabe, evitá-los. No centro da trama está Holden Ford (Jonathan Groff), um jovem, com vontade de ir mais além e aquele que começa com as entrevistas e Bill Tench (Holt McCallany), um agente durão, especialista em ciência criminal. Ambos começam por ser instrutores do FBI mas Holden começa a aproveitar as constantes viagens para falar com prisioneiros um pouco por todo o país, usando o seu crachá como chave. Wendy Carr (Anna Torv), uma psicóloga, junta-se-lhe. Apesar de ficcionadas, as personagens do núcleo do FBI são baseadas em pessoas reais que estiveram na base de conceitos comuns hoje como assassinos em série ou na determinação de perfis de criminosos. O projeto, primeiro à parte do FBI, acaba por se tornar público e ter um grande financiamento, o que leva a maior exposição e responsabilidades. Escrito de forma esplêndida, a série leva-nos até às celas e mentes de criminosos como Ed Kemper (Cameron Britton), Jerry Brudos (Happy Anderson) ou Richard Speck (Jack Erdie), assassinos reais. São especialmente boas as cenas que envolvem o perturbador Ed Kemper, que assassinou os seus avós e a sua mãe, entre outros e que tem QI elevado, mais de dois metros de altura e mais de 140 quilos. Ao mesmo tempo que tenta singrar nesta nova área, Holden, ensimesmado, desenvolve uma relação com a bonita estudante universitária Debbie (Hannah Gross).

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23.10.17

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Rick and Morty, o triunfo do filho sobredotado d´Os Simpsons

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Em 1989 nasceu um extraterrestre no panorama audiovisual norte-americano. The Simpsons (quem não conhece, pelo menos, o tema musical do genérico?), saídos da cabeça de Matt Groening, inauguraram uma era na qual os desenhos animados não eram para as crianças, mas sim para os adultos. Por um lado, o desenho não tem os limites da vida real, tornando exequível as cenas mais loucas e por outro, tinha piada (e continua a ter) ter sarcasmo e humor negro a sair da boca de um desenho animado, conotado, ainda hoje, como sendo para um público infantil. Os bonecos amarelos da cidade americana de Springfield são uma instituição da cultura Pop e duram até hoje. O pai estúpido, glutão e bêbado, Homer; a mãe, eximia dona de casa e um doce de senhora; a filha, Lisa, marrona e sempre ponderada; o filho Bart, o mais rebelde entre os rebeldes e Maggie, a eterna bebé, tornaram-se em personagens reconhecidas em todo o mundo e até hoje, replicadas em milhões de produtos de merchandising.

Groening teve descendência. E não foi pouca. Em 1991, nasceu The Ren & Stimpy Show, no qual um inteligente chihuahua e um gato estúpido viviam aventuras, sempre extremamente escatológicas e gráficas. Apelavam à rebeldia infantil mas tinham camadas, apreendidas apenas pelos mais velhos. Em 1997, um ano depois do desaparecimento de The Ren & Stimpy Show, nasceu South Park, que também prospera até hoje, mas foi sobretudo popular nos primeiros cinco anos. Aqui, vamos até ao Colorado, viver o dia-a-dia de um grupo muito peculiar de estudantes Stan Marsh, Kyle Broflovski, Eric Cartman e Kenny McCormick. Em South Park, o sarcasmo, a ironia e claro, o vernáculo, ganharam nova dimensão.

Em 1998, chegou Family Guy, o filho mais bem-sucedido d´Os Simpsons e aquele que gera mais comparações, afinal o núcleo é em tudo semelhante ao do seu “pai”. Crido por Seth McFarlane (que nos daria depois Ted e Mil e Uma Maneiras de Morrer no Oeste), retrata uma família que vive as mais corrosivas aventuras, muitas delas lideradas por Stewie, um bebé maquiavélico, que fala com sotaque inglês e que só é entendido pelo cão Brian, esse sim, compreendido por todos. Numa mistura do mais fino humor negro com as piadas mais básicas, Family Guy cedo conquistou o público, tendo durado até este ano e tendo mesmo direito a spin-offs como The Cleveland Show (2009-2013) sobre uma personagem secundária. Em 2005, do mesmo criador, chegou American Dad, que voltava a mostrar as desventuras de uma família americana, mas desta vez o pai era um agente secreto.

A gloriosa estrada dos desenhos animados para adultos (não esses) conta ainda com BoJack Horseman (2014-?) no qual Will Arnett dá vida a um cavalo rico e entediado com a vida, que vive da fama do passado. Da galeria de notáveis constam ainda Archer (2009-?) ou F Is For Family (2015-?).

Tudo isto para chegar aquele que para mim é um filho sobredotado de The Simpsons. Rick and Morty, que começou em 2013, conta as aventuras de avô e neto. O avô, Rick, é um cientista louco que se muda para a casa da filha após ficar sozinho no mundo. O neto, Morty, pouco inteligente e corajoso, torna-se no seu ajudante (pau para a toda a obra). O estranho duo passa a vida em dimensões alternativas, às quais acedem através de um portal que Rick vai abrindo, com facilidade e sem ligar muito às consequências.

Rick é um velho sem noção ou preocupação com limites e sem grande respeito por ninguém. Já Morty é o típico miúdo mal tratado na escola e que precisa de um escape. Encontra-o com o avô. Quem não tem nada a ver com o assunto e é puxado na mesma com a ação são Summer, irmã mais velha de Morty, cujo apaixonado é congelado e partido por Rick logo no episódio; Jerry, o pouco brilhante genro de Rick e Beth, a doce filha de Rick.

O humor completamente único de Rick & Morty está cheio de pormenores e subtexto e oferece personagens e episódios que se tornam imediatamente clássicos, como Meeseeks and Destroy (I´m Mr. Meeseeks, look at me!!!!) ou Mr. Poopybutthole, baleado por engano por Beth e que pede que a enfermeira diga à família que tem pena que "They never had any bad memories of him."

Outras quotes que conquistaram os fãs são a de Morty, “Nobody exists on purpose. Nobody belongs anywhere. We're all going to die. Come watch TV” ou as de Rick, “You're young, you have your whole life ahead of you, and your anal cavity is still taut yet malleable” ou "Wow, I really Cronenberged up the whole place, huh Morty? Just a bunch a Cronenbergs walkin' around."

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10.10.17

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The Handmaid´s Tale

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Já tinha namorado o livro e já tinha ouvido falar (bem) da série mas o domínio de The Handmaid´s Tale na noite dos Emmys, despertou-me ainda mais a atenção. Comecemos pelo início. A História de uma Serva, de 1985, escrito por Margaret Atwood, descreve um mundo alternativo onde extremistas religiosos derrubaram o governo dos EUA e os transformaram em Gileade, um estado fundamentalista, no qual todas as mulheres férteis - Servas - são obrigadas a gerar filhos para a elite. Segundo a classe dominante, Deus castigou a Humanidade com infertilidade e o sexo é agora, uma cerimónia na qual a Serva é penetrada pelo seu senhor, enquanto é agarrada pela mulher deste. As Servas, formadas numa escola fundamentalista por uma sombria figura - Tia Lydia - têm direitos restritos e obrigações vastas.

No centro da história está uma Serva, Offred, que deve ter um filho do seu amo e manter uma vida recta, baseada nos ensinamentos bíblicos. Mas, as memórias da sua vida anterior continuam a ocupar-lhe a cabeça. Memórias da vida com o marido e a filha e tempos que parecem condenados a não mais voltar.  A adaptação para televisão conta com Elisabeth Moss (a valente e brilhante Peggy de Mad Men) como Defred e com Joseph Fiennes como seu amo. Outros como Yvonne Strahovski (Chuck) como a triste e vingativa mulher de Fiennes; Max Minghella (Ágora, Nos Idos de Março, A Rede Social ou Os Estagiários) como motorista ou as servas Alexis Bledel (Gilmore Girls) e Samira Wiley (Orange is the new Black) também estrelam a série.

 

 

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20.09.17

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Os Defensores

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Depois do sucesso das duas temporadas de Daredevil e uma de Jessica Jones, Lucas Cage e Iron Fist, a Marvel e a Netflix baralham e voltam a dar, juntando os quatro heróis em torno de uma causa comum: derrotar a maléfica Mão, uma associação criminosa da qual já tínhamos ouvido falar mas que não conhecíamos a fundo. O advogado cego mas danado para a pancada Daredevil (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter) a investigadora privada com mau feitio e força sobre-humana; Lucas Cage (Mike Colter), um homem capaz de resistir a balas e a quase tudo e Iron Fist (Finn Jones), herdeiro de uma fortuna gigantesca e desparecido durante anos para ser treinado para ser o Punho de Ferro, derradeiro defensor de K´Un Lun, uma terra mística. Em Defensores, conhecemos Alexandra (Sigourney Weaver), uma figura misteriosa mas que percebemos ter um grande poder e idade, mais até do que “mauzões” que conhecíamos até aqui, como Madame Gao (Wai Ching Ho) ou Bakuto (Ramon Rodriguez). Alexandra, que se mantém viva há centenas de anos, consegue trazer à vida Elektra (Elodie Yung), ex-namorada de Daredevil, transformando-a numa arma contra o grupo de heróis que não vê alternativa se não juntar-se e combater o crime, nesta nova forma.

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18.09.17

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Narcos, pós-Escobar

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É bem verdade que desde segunda-feira, o regresso mais esperado, em termos de séries, é do de Game of Thrones. Mas a temporada 8 só chegará, na melhor das hipóteses, no fim de 2018. Para chegar estão ainda os novos volumes de êxitos estrondosos como Walking Dead ou Stranger Things. Mas poucas séries despertarão tanto a curiosidade como Narcos, sobretudo na sua temporada 3, que estreia amanhã em todo o mundo. As duas primeiras temporadas debruçavam-se sobre Pablo Escobar que o brasileiro Wagner Moura, genialmente, trouxe à vida. Mas, com a morte do mítico traficante do fim da última temporada, surpreendeu que a série não morresse também. Na nova temporada, a ação passa de Medellín para Cali, onde se desenvolveu um novo e poderoso Cartel. Um dos novos vilões, será interpretado pelo português Pêpê Rapazote. Na terceira temporada, o foco deixa de estar em Medellín e passa para Cali e para o seu Cartel.

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31.08.17





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