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Manhunt: UNABOMBER

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Depois do fabuloso Mindhunter, já aqui dissecado, a Netflix volta a olhar para histórias verídicas no FBI, nas quais, é feito trabalho inovador para apanhar serial-killer. Desta vez, estamos a meio dos anos 90 e as forças federais dos EUA ainda estão longe de apanhar o UNABOMER (bombista de universidades e companhias aéreas, entre outros alvos). No centro da trama está Fiz (Sam Worthintgon), antigo polícia de giro que graças ao seu esforço e perseverança se forma como melhor profiler da sua turma no FBI. É logo chamado para a brigada que procura o terrorista e torna-se parte central na sua captura. Do outro lado está um fabuloso Paul Bettany como Ted Kaczinski, o matemático genial que se revolta contra o que acredita ser a subjeção da humanidade à inovação e à forma como a tecnologia não serve o Homem mas o escraviza. Ao longo de 17 anos, Ted, provocou mortos, feridos e o terror nos EUA, enquanto vivia como um eremita numa pequena cabana, longe de todos. Apenas Fitz conseguiu perceber quem era (o seu nome não estava sequer na lista inicial de 15 milhões de suspeitos) e como apanha-lo.

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31.12.17

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Comer/Beber

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A parceria entre Filipe Melo e Juan Cavia já não é nova mas continua a dar frutos. E que frutos! Esta dupla luso-argentina cria do melhor que se faz por cá no que a banda desenhada diz respeito. O fabuloso e intenso Os Vampiros (2016) era uma obra extensa e fabulosa sobre um grupo de soldados portugueses na Guerra do Ultramar. Antes, uma saga fresca e original – Dog Mendonça e Pizzaboy – que ao longo de quatro volumes mostrava as aventuras de um detetive da velha guarda, especializado em casos paranormais e do seu ajudante que começa por ser um simples distribuidor de pizzas. Estamos agora na presença de Comer/Beber, a junção de duas histórias nascidas de um desafio de Carlos Vaz Marques para a Granta. Só uma foi publicada (não havia espaço para mais) mas a dupla, sempre a fervilhar, fez duas, que agora publica. Uma conta a história verídica de um polaco, estabelecido em Berlim e da sua garrafa do melhor champanhe que guarda durante a Guerra. A outra leva-nos à busca de uma receita muito especial de tarte. Duas histórias lindíssimas, plenas de significado e de camadas, superiormente contadas por Melo e ainda melhor desenhadas por Cavia.

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30.12.17

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Black Mirror

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Acaba de chegar ao Netflix em Portugal a quarta temporada de Black Mirror, uma das melhores e mais originais séries dos últimos anos. A cada episódio (de cerca de uma hora), uma história independente, sempre bem interpretada por atores de primeira linha, que vira o espelho para a sociedade atual e para os perigos do uso excessivo de tecnologia, para a saúde física e mental e sobretudo para a noção do ridículo. Por exemplo, a primeira temporada, composta por apenas três episódios mostra como o Primeiro-ministro inglês é obrigado a fazer sexo com um porco em direto na televisão nacional para que um membro da Família Real seja libertado pelo seu raptor, num reality show extremo onde o homem que faz o sacrifício acaba por se tornar no ser mais desprezível. Na mesma temporada, vemos um mundo onde o dia-a-dia da humanidade passa por pedalar em ginásios todo o dia para produção de energia para as elites. Aqui, a gordura é desprezível e aqueles que conseguem 15 milhões de pontos podem entrar num concurso de talentos e com sorte passarem a ser estrelas de obscuros canais online, que os “pedaleiros” usam para se distrair enquanto pedalam. É o derradeiro “feel bad show”, com temas atuais que nos obrigam a ver ao espelho e a nem sempre gostarmos do que vemos. Com o passar dos anos, as temporadas ganham mais episódios e ainda maiores estrelas.

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29.12.17

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Bright (2017)

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Bright (2017), nova malha do Netflix junta um bom elenco – Will Smith, Joel Edgerton, Noomi Rapace – para contar uma história pouco original, pelo menos em termos de conteúdo. Estamos num mundo semelhante ao nosso mas onde criaturas místicas coexistem com os humanos. Os elfos são os membros mais privilegiados da sociedade, sendo ricos e ocupando lugares cimeiros; as fadas são retratadas como parasitas e os orcs são os criminosos. É nesse mundo que vive Daryl (Smith), um polícia a quem calha em sorte Jakoby (Edgerton), o primeiro orc a viver no lado certo da lei. O racismo contra Jakoby é grande e o próprio Daryl olha para ele de lado, pelo menos até ver nele um polícia leal. Pelo meio há uma varinha mágica procurada pelos “maus” e a dupla lá faz o seu melhor para a colocar em segurança. Uma história batida que mostra que a aparência e as origens não limitam e que os heróis podem estar onde menos se esperam. Uma bela pessegada.

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28.12.17





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